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Foram encontradas 219 questões.

972242 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Para responder à questão, leia a charge, supondo que as personagens retratadas sejam pai e filha.

enunciado 972242-1

Analisando a charge, é correto concluir que contribui para dar humor à cena o fato de
 

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972241 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
Considere o cartum Os piores inimigos das férias, da artista Maitena, para responder à questão.

enunciado 972241-1

(Maitena Burundarena. Mulheres alteradas I. Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2003)
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a frase correta quanto à concordância verbal está na alternativa:
 

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972240 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
Considere o cartum Os piores inimigos das férias, da artista Maitena, para responder à questão.

enunciado 972240-1

(Maitena Burundarena. Mulheres alteradas I. Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2003)
. Analisando as situações retratadas pela cartunista, é correto afirmar que
 

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972239 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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O potencial de consumo dos idosos

No Censo de 2010, a participação das pessoas com mais de 65 anos de idade atingiu 7,4%. Isso representa mais de 14 milhões de brasileiros.

Além de numeroso, esse grupo representa um grande potencial de vendas para o varejo e empresas em geral. Afinal, essas pessoas já passaram pelas maiores despesas da vida: educaram os filhos e construíram e mobiliaram a casa onde vivem. A renda agora é para alimentação, saúde e lazer e para continuar presenteando os familiares.

Como entender e atender esses consumidores? A pior coisa que uma empresa pode fazer é usar eufemismos como “melhor idade” para se comunicar com eles. “Melhor idade é quando eu tinha 20”, muitos vão dizer.

Mesmo assim, o estereótipo da velhinha de cabelos brancos usando bengala é absolutamente rejeitado por eles – e com toda a razão.

Hoje em dia, pessoas perto dos 70 anos não têm cara de velhinha de bengala, afinal foram culturalmente ativas e pioneiras: viram o homem pisar na Lua, viveram como hippies, passaram pelo regime militar, pela revolução sexual, da informática e da internet, entre tantas outras modificações. Para elas, a idade é um estado de espírito, e não um número.

Entre os 20 e os 40 anos, as pessoas sentem-se imortais. O esforço pessoal é focado em ser alguém, em destacar-se. Acredita-se que é possível moldar o mundo às nossas necessidades.

Depois dos 40 anos, percebe-se que a realidade não é tão boa assim, e as pessoas iniciam uma busca por significado na vida, que se estende até seus últimos dias.

De maneira geral, até os 40, o foco é no “ser social”. Depois dessa idade, o foco passa a ser o “eu interior”.

Produtos e serviços que satisfaçam essa necessidade têm mais chances junto a esse público. Mas será que nossas lojas sabem atender esses consumidores?

Não, pois os consumidores mais velhos, apesar da mentalidade jovem, sentem desconforto em ambientes com excesso de estímulos, sua visão perde a capacidade de discernir cores (sem falar nas letras pequenas), sua agilidade para manusear objetos fica reduzida, além de sofrerem mais com as consequências da obesidade.

É patente que as lojas e os produtos não são desenhados para ajudá-los a superar essas dificuldades. No quesito atendimento, os mais velhos odeiam ser um número. Querem tratamento diferenciado, alguém treinado para ouvi-los e que os trate como indivíduos, coisas cada vez mais raras no varejo de hoje.

Além disso, não valorizam lojas, produtos e marcas pelo prestígio social que trazem. Querem algo autêntico, personalizado e, hoje, poucas marcas podem disputar esse lugar no mercado.

Em poucas palavras, o potencial dos consumidores mais velhos é grande, mas quase ninguém está preparado para atendê-los.

(Maurício Morgado. Folha de S.Paulo, 10.06.2012. Adaptado)

As pessoas que hoje estão na faixa dos 70 anos são culturalmente ativas e pioneiras, visto que participaram de fatos históricos marcantes, como a revolução sexual e da internet, portanto, embora tenham de lidar com algumas limitações físicas, para elas a idade está relacionada à vitalidade e não à passagem do tempo.

No trecho reescrito a partir das informações do texto, as conjunções destacadas estabelecem, respectivamente, as relações de

 

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972238 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Leia a crônica “Ser Tudo”, de Walcyr Carrasco, para responder à questão.

Ao entrar na sala de um amigo, observo uma luminária idêntica a um chifre. Ele a exibe, orgulhoso.

– Phillipe Starck1 . Só existem três no Brasil.

Atarraxo um sorriso de admiração. Como dizer que parece o despojo2 de uma fantasia de Carnaval? Entusiasmado, ele aconselha:

– Na loja havia uma cadeira de couro de vaca incrível, assinada. Você precisa comprar.

– Mas não preciso de mais uma cadeira.

– É uma oportunidade única, e você vai jogar fora?

Suspiro. É impressionante como as pessoas dão valor a grifes. Há bastante tempo vi uma linda carteira Louis Vuitton com desenho quadriculado. Fui verificar. Meus documentos não cabiam. O vendedor explicou:

– É que os documentos europeus são de tamanho menor. Os nossos ficam sobrando.

Agradeci e ia sair da loja. Um amigo que me acompanhava se escandalizou.

– Não vai levar?

– Onde vou botar minha identidade?

– Mas, quando você abrir a carteira, todo mundo vai notar. É chique.

Sou do tipo que só compra quando gosta e espanto-me quando vejo as pessoas se digladiando para ser elegantes.

É só observar a mania de conhecer vinhos. Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos, teríamos um país de filósofos. Guerra semelhante acontece entre os que se dizem conhecedores de charuto. O fato é que a maioria seria incapaz de distinguir um cubano de um cigarro de palha do sítio. Respeito os apreciadores das coisas boas da vida. Mas é terrível ver alguém bebendo e fumando só para parecer o que não é, nem precisa ser.

Inventaram até uma expressão para dizer que alguma coisa é chique e imprescindível. Estava em uma famosa loja de roupas masculinas. A gerente conversava com um rapaz e comentou:

– Seu sapato é tudo.

O elogiado sorriu como se tivesse ganho a Mega-Sena.

– Eu sei. É mesmo. Tudo.

Como um sapato pode ser tudo?

Falando assim, parece que estou me referindo aos ricos ou à classe média abastada. Coisa nenhuma. Muitas pessoas gastam o pouco que ganham para ter roupa com etiqueta. Quanto mais jovens, mais estritos3 : é preciso usar os tênis que todos usam, botar o jeans, a calça. Caso contrário, serão desdenhados como o patinho feio. Fico pensando: nessa ânsia por ser especiais, as pessoas tornam-se idênticas. Ser “tudo” acaba sendo um bom caminho para terminar em nada.

(VejaSP, 05.04.2000. Adaptado)

1. Phillipe Starck: designer francês

2. despojo: resto, sobra

3. estrito: rigoroso, exato

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que
 

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972237 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Padeiros tiram férias e deixam Paris sem baguetes

A tentativa da França de fazer uma reforma no mercadode trabalho gerou algumas consequências inesperadas nesteverão: está mais difícil conseguir uma baguete decente emParis.

Pela primeira vez em 50 anos, os padeiros, consideradosum serviço semipúblico na França, não têm mais as férias deverão reguladas pela prefeitura de Paris e podem tirar quantotempo de folga quiserem em julho e agosto.

Anteriormente, os padeiros eram informados pela prefeiturasobre as semanas em que estavam autorizados a folgar,sistema que assegurava que cada área da cidade tivesseuma padaria aberta no verão.

Estima-se que atualmente 75% das padarias estejam fechadasem comparação com o habitual, que era a metadedesse número.

Os padeiros, porém, ainda são instruídos pela prefeiturasobre o dia da semana em que podem tirar folga, de modoque todos os estabelecimentos não fechem juntos.

Desde que a escassez de comida ajudou a alimentar aRevolução Francesa, em 1789, os padeiros tiveram de declararseu tempo de folga e, somente em 1986, o preço do pãodeixou de ser fixado pelo governo.

(Financial Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 28.08.2015. Adaptado)
Pelas informações do texto, é correto concluir que as novas regras do governo
 

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972236 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Padeiros tiram férias e deixam Paris sem baguetes

A tentativa da França de fazer uma reforma no mercado de trabalho gerou algumas consequências inesperadas neste verão: está mais difícil conseguir uma baguete decente em Paris.

Pela primeira vez em 50 anos, os padeiros, considerados um serviço semipúblico na França, não têm mais as férias de verão reguladas pela prefeitura de Paris e podem tirar quanto tempo de folga quiserem em julho e agosto.

Anteriormente, os padeiros eram informados pela prefeitura sobre as semanas em que estavam autorizados a folgar, sistema que assegurava que cada área da cidade tivesse uma padaria aberta no verão.

Estima-se que atualmente 75% das padarias estejam fechadas em comparação com o habitual, que era a metade desse número.

Os padeiros, porém, ainda são instruídos pela prefeitura sobre o dia da semana em que podem tirar folga, de modo que todos os estabelecimentos não fechem juntos.

Desde que a escassez de comida ajudou a alimentar a Revolução Francesa, em 1789, os padeiros tiveram de declarar seu tempo de folga e, somente em 1986, o preço do pão deixou de ser fixado pelo governo.

(Financial Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 28.08.2015. Adaptado)
Considere o trecho reescrito.

As férias de verão dos padeiros parisienses não são mais predeterminadas pela prefeitura, _______ eles podem, _______ desejarem, folgar o tempo que quiserem em julho e agosto, ________ , devido a essa nova situação, se estime que atualmente 75% das padarias estejam fechadas em relação ao habitual.

Para que haja coerência entre as ideias desse trecho, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
 

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972235 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Leia a crônica “Ser Tudo", de Walcyr Carrasco, para responder à questão.

Ao entrar na sala de um amigo, observo uma luminária idêntica a um chifre. Ele a exibe, orgulhoso.

– Phillipe Starck1 . Só existem três no Brasil.

Atarraxo um sorriso de admiração. Como dizer que parece o despojo2 de uma fantasia de Carnaval? Entusiasmado, ele aconselha:

– Na loja havia uma cadeira de couro de vaca incrível, assinada. Você precisa comprar.

– Mas não preciso de mais uma cadeira.

– É uma oportunidade única, e você vai jogar fora?

Suspiro. É impressionante como as pessoas dão valor a grifes. Há bastante tempo vi uma linda carteira Louis Vuitton com desenho quadriculado. Fui verificar. Meus documentos não cabiam. O vendedor explicou:

– É que os documentos europeus são de tamanho menor. Os nossos ficam sobrando. Agradeci e ia sair da loja. Um amigo que me acompanhava se escandalizou.

– Não vai levar? – Onde vou botar minha identidade?

– Mas, quando você abrir a carteira, todo mundo vai notar. É chique.

Sou do tipo que só compra quando gosta e espanto-me quando vejo as pessoas se digladiando para ser elegantes.

É só observar a mania de conhecer vinhos. Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos, teríamos um país de filósofos. Guerra semelhante acontece entre os que se dizem conhecedores de charuto. O fato é que a maioria seria incapaz de distinguir um cubano de um cigarro de palha do sítio. Respeito os apreciadores das coisas boas da vida. Mas é terrível ver alguém bebendo e fumando só para parecer o que não é, nem precisa ser.

Inventaram até uma expressão para dizer que alguma coisa é chique e imprescindível. Estava em uma famosa loja de roupas masculinas. A gerente conversava com um rapaz e comentou:

– Seu sapato é tudo.

O elogiado sorriu como se tivesse ganho a Mega-Sena.

– Eu sei. É mesmo. Tudo.

Como um sapato pode ser tudo?

Falando assim, parece que estou me referindo aos ricos ou à classe média abastada. Coisa nenhuma. Muitas pessoas gastam o pouco que ganham para ter roupa com etiqueta. Quanto mais jovens, mais estritos3 : é preciso usar os tênis que todos usam, botar o jeans, a calça. Caso contrário, serão desdenhados como o patinho feio. Fico pensando: nessa ânsia por ser especiais, as pessoas tornam-se idênticas. Ser “tudo" acaba sendo um bom caminho para terminar em nada.

(VejaSP, 05.04.2000. Adaptado)

1. Phillipe Starck: designer francês

2. despojo: resto, sobra

3. estrito: rigoroso, exato
Considere a frase do texto.

Se parte das pessoas se dedicasse a estudar os gregos com o mesmo afinco com que decora rótulos (1), teríamos um país de filósofos (2).

Analisando a relação entre as ideias presentes nos trechos (1) e (2), pode-se afirmar corretamente que eles expressam, respectivamente:
 

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972234 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Padeiros tiram férias e deixam Paris sem baguetes

A tentativa da França de fazer uma reforma no mercado de trabalho gerou algumas consequências inesperadas neste verão: está mais difícil conseguir uma baguete decente em Paris.

Pela primeira vez em 50 anos, os padeiros, considerados um serviço semipúblico na França, não têm mais as férias de verão reguladas pela prefeitura de Paris e podem tirar quanto tempo de folga quiserem em julho e agosto.

Anteriormente, os padeiros eram informados pela prefeitura sobre as semanas em que estavam autorizados a folgar, sistema que assegurava que cada área da cidade tivesse uma padaria aberta no verão.

Estima-se que atualmente 75% das padarias estejam fechadas em comparação com o habitual, que era a metade desse número.

Os padeiros, porém, ainda são instruídos pela prefeitura sobre o dia da semana em que podem tirar folga, de modo que todos os estabelecimentos não fechem juntos.

Desde que a escassez de comida ajudou a alimentar a Revolução Francesa, em 1789, os padeiros tiveram de declarar seu tempo de folga e, somente em 1986, o preço do pão deixou de ser fixado pelo governo.

(Financial Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 28.08.2015. Adaptado)
Supondo que as alternativas reproduzam as frases impressas em cartazes afixados nas paredes de uma padaria, é correto afirmar que a frase em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa encontra-se em:
 

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972233 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Descalvado-SP
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Considere o cartum Os piores inimigos das férias, da artista Maitena, para responder à questão.

enunciado 972233-1
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a frase correta quanto à concordância verbal está na alternativa:
 

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