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Foram encontradas 40 questões.

2655200 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Musk promete robô humanoide para breve

Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.

Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.

“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.

Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.

No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.

(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)

O sinal indicativo de crase está corretamente empregado em:

 

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2655199 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Musk promete robô humanoide para breve

Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.

Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.

“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.

Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.

No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.

(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)

Considere os trechos do texto.

• ... Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides.

• ... disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.

Assinale a alternativa correta acerca, respectivamente, do trecho introduzido pelos dois-pontos e do emprego das aspas.

 

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2655198 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Musk promete robô humanoide para breve

Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.

Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.

“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.

Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.

No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.

(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)

A respeito do conteúdo do texto, é correto afirmar que

 

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2655197 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

O objetivo deste trabalho é procurar entender se, na contemporaneidade, a feira livre de cidades interioranas do Nordeste brasileiro se em uma expressão da cultura popular e, como tal, representa um espaço de resistência ou de subalternidade à ideologia dominante. A hipótese levantada é a de que as feiras livres das cidades interioranas são espaços dinâmicos que se modificado ao longo do tempo e tanto as relações de dominação e subalternidade como as relações de resistência, as contradições e conflitos de uma sociedade de classes. Para a realização do estudo, como recorte espacial empírico a feira livre do município de Guarabira, situado na Mesorregião do Agreste Paraibano.

(http://www.cbg2014.agb.org.br/resources/anais/1/1404426677_ ARQUIVO_ FEIRALIVREECULTURAPOPULARESPACODE RESISTENCIAOUDESUBALTERNIDADE.pdf. Adaptado)

Atendendo à norma-padrão de concordância verbal, as lacunas desse trecho devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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2655196 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

A expressão destacada está corretamente empregada na frase elaborada a partir do texto em:

 

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2655195 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

A frase do quarto parágrafo – Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo. – está reescrita preservando o sentido do texto e a correta relação entre os tempos verbais em:

 

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2655194 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

De acordo com a norma-padrão de colocação dos pronomes, está correta a alteração feita no trecho do texto indicado em:

 

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2655193 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

Considere o trecho reescrito com base no texto.

Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura, , tentasse me agradar, era dinheiro perdido nada compensava a chateação. A fim de se manter o sentido original do texto, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:

 

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2655192 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

Assinale a alternativa correta a respeito dos trechos do texto.

 

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2655191 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Campo Limpo Paulista-SP

Gente que vai à feira

A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.

Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.

Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?

Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.

Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.

Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.

(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)

De acordo com o texto, é correto afirmar que o cronista

 

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