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Quando Juvenal recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, convocando-o para dar esclarecimentos sobre sua declaração de imposto de renda, estava sozinho no sótão da casa, numa noite fria. Quase teve uma parada cardíaca. De noite, perdeu o sono de tanta preocupação, pois sabia exatamente do que se tratava. Num esforço para conseguir uma redução do imposto, havia se declarado pai de três filhos. Trigêmeos: o dado era importante porque tinha apenas dois anos de casado. Ele havia achado que a informação seria aceita sem contestação. A notificação mostrava o contrário. E agora? Como enfrentar essa situação? Uma possibilidade seria arrumar emprestados trigêmeos e levá-los à Receita Federal, mas algum cidadão zeloso e fiel poderia exigir um exame de DNA. Não, o melhor seria ir sem bebê algum. Usaria uma foto e falaria sobre as três crianças. Para isso, precisaria da ajuda de Margarida, sua mulher, que tinha mais imaginação. Contou a ela o que tinha acontecido e recebeu a costumeira recriminação ("Eu já disse a você mil vezes que não mentisse, que a mentira tem pernas curtas"). Mas ela ajudou. Imaginaram muitas coisas. Imaginaram os trigêmeos àquela altura com dois anos e meio. Ela deu os nomes: Eduardo (Dudu), Luís (Lulu), Fernando (Nando). Eduardo era o mais velho, Lulu tinha um sorriso encantador, Nando era inteligente. Inventaram várias aventuras. Lá pelas tantas, Juvenal percebeu que as lágrimas corriam pelo rosto da esposa. Estava infeliz. E não era difícil adivinhar a razão. Não tinham filhos. Motivo: a grana curta. Ele era sócio de uma empresa à beira da falência. Ela trabalhava como balconista numa loja. Filhos? Só quando a situação melhorasse. Isso tinha um preço, mas que a consciência lhe pesava, ah, pesava, e muito.
Foi à Receita Federal O problema era um pequeno erro na declaração, mas ele estava disposto a corrigir todos os erros da sua vida. Ofereceu-se para fazer uma retificação. E saiu dali feliz. Breve ele se tornaria pai.
( Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, 12.10.2009. Adaptado)
O trecho - E agora? Como enfrentar essa situação? - refere-se à preocupação de Juvenal
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Quando Juvenal recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, convocando-o para dar esclarecimentos sobre sua declaração de imposto de renda, estava sozinho no sótão da casa, numa noite fria. Quase teve uma parada cardíaca. De noite, perdeu o sono de tanta preocupação, pois sabia exatamente do que se tratava. Num esforço para conseguir uma redução do imposto, havia se declarado pai de três filhos. Trigêmeos: o dado era importante porque tinha apenas dois anos de casado. Ele havia achado que a informação seria aceita sem contestação. A notificação mostrava o contrário. E agora? Como enfrentar essa situação? Uma possibilidade seria arrumar emprestados trigêmeos e levá-los à Receita Federal, mas algum cidadão zeloso e fiel poderia exigir um exame de DNA. Não, o melhor seria ir sem bebê algum. Usaria uma foto e falaria sobre as três crianças. Para isso, precisaria da ajuda de Margarida, sua mulher, que tinha mais imaginação. Contou a ela o que tinha acontecido e recebeu a costumeira recriminação ("Eu já disse a você mil vezes que não mentisse, que a mentira tem pernas curtas"). Mas ela ajudou. Imaginaram muitas coisas. Imaginaram os trigêmeos àquela altura com dois anos e meio. Ela deu os nomes: Eduardo (Dudu), Luís (Lulu), Fernando (Nando). Eduardo era o mais velho, Lulu tinha um sorriso encantador, Nando era inteligente. Inventaram várias aventuras. Lá pelas tantas, Juvenal percebeu que as lágrimas corriam pelo rosto da esposa. Estava infeliz. E não era difícil adivinhar a razão. Não tinham filhos. Motivo: a grana curta. Ele era sócio de uma empresa à beira da falência. Ela trabalhava como balconista numa loja. Filhos? Só quando a situação melhorasse. Isso tinha um preço, mas que a consciência lhe pesava, ah, pesava, e muito.
Foi à Receita Federal O problema era um pequeno erro na declaração, mas ele estava disposto a corrigir todos os erros da sua vida. Ofereceu-se para fazer uma retificação. E saiu dali feliz. Breve ele se tornaria pai.
( Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, 12.10.2009. Adaptado)
Em - Mas ela ajudou. - alterando-se o sujeito da frase para elas e colocando-os o verbo no tempo futuro, obtém-se:
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Na questão, assinale alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços das frases dadas.
Se Juvenal _________ sua vontade nessa situação, Margarida ficará________ desapontada.
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Um artista projetou este escorregador na forma de um paralelepípedo retângulo cujas arestas foram feitas de canos de aço e a rampa, ao longo de duas diagonais, feita de madeira.

(Figura fora de escala.)
Se BD = EG = 2,5 m, então o perímetro da rampa EBDG do escorregador, em metros, é
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Todos os fãs de Blues são também fãs de Pop, e alguns fãs de Pop são também fãs de Axé. Como nenhum fã de Axé é fã de Blues, e como nenhum fã de Blues é fã de Axé, então
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Na questão, assinale alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços das frases dadas.
Estive ________ na casa de Juvenal e _____________ preocupei com a sua saúde.
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Dois garotos, Almino e Bambino, têm em conjunto 20 bolinhas de gude. Se Almino der 6 bolinhas ao Bambino, eles ficam com o mesmo número de bolinhas de gude. A quantidade inicial de bolinhas de gude a Almino era
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Para determinar a altura (h) de uma antena receptora de celular, o estudante Pedro aplicou o que aprendeu em geometria. No momento em que os raios solares faziam no chão faziam no chão uma sombra da antena, Pedro colocou uma vara perpendicular ao chão, de forma que as extremidades das sombras da vara e da antena coincidem. A vara, com 1.80 m de altura, estava a 18 m de distância da antena, como mostra a figura.
(Figura fora de escala.)
A altura (h) da antena, em metros, é
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A figura é composta de triângulos retângulos isósceles, todos congruentes.
O menor quadrado que possa ser formado pela união de quatro desses triângulos terá uma área, em centímetros quadrados, de
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Numa oficina, na falta do coletor de óleo usado de motores de veículos, um funcionário improvisou um coletor na forma da paralelepípedo reto- retangular, como mostra a figura.
Considerar, se necessário; 1 L = 1000 cm3.

(Figura fora de escala.)
Uma frota de caminhões chegou à oficina para a troca de 12 litros de óleo de cada um de seus motores. Se esse coletor estava vazio, então ele estará cheio após a troca de óleo de um total de caminhões igual a
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