Foram encontradas 50 questões.
Para aumentar a produtividade durante o
uso do Windows 10, é comum o uso de atalhos que
permitem alternar rapidamente entre as janelas de
diferentes aplicativos que já estão abertos e em execução.
A combinação de teclas padrão para essa finalidade é:
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4100765
Ano: 2026
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FRONTE
Orgão: Câm. Altinópolis-SP
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FRONTE
Orgão: Câm. Altinópolis-SP
Provas:
No Windows 10, a organização de
arquivos em pastas segue regras específicas de
nomenclatura impostas pelo sistema de arquivos. Ao tentar
renomear uma pasta, o usuário será impedido pelo sistema
caso tente utilizar um dos seguintes caracteres reservados:
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- Nocões BásicasSoftwareTeclas de Atalho
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
Ao organizar seus arquivos no Windows
10, um usuário decide excluir um documento. Caso ele
deseje que o arquivo seja removido permanentemente do
computador, sem ser enviado para a Lixeira, ele deve
utilizar a seguinte combinação de comandos:
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No ambiente operacional Windows 10, a
interface gráfica padrão oferece um elemento horizontal
(geralmente localizado na parte inferior da tela) que exibe
os aplicativos que estão em execução, além do botão
Iniciar e da área de notificação. Esse elemento
fundamental é denominado:
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A rede mundial de computadores baseia-se em diversos processos de transferência de dados entre
servidores e clientes. Quando um usuário transfere um
arquivo (como um edital de concurso ou uma imagem) de
um servidor remoto para o seu computador local, este
procedimento técnico é corretamente denominado:
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Durante a edição de um documento
oficial no Microsoft Word (versão em português), a
aplicação de formatação de destaque é uma tarefa
recorrente. Para que um docente aplique o estilo Negrito a
um trecho de texto previamente selecionado, utilizando
exclusivamente o teclado, deve acionar a combinação de
teclas:
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Em uma planilha do Microsoft Excel
(versão em português), um usuário deseja calcular
rapidamente a média aritmética simples de um conjunto de
valores numéricos localizados nas células A1, A2 e A3.
Para que o software processe corretamente essa operação
utilizando uma função nativa, a sintaxe adequada deve ser:
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TEXTO DE APOIO
O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática
Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
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TEXTO DE APOIO
O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática
Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:
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TEXTO DE APOIO
O Labirinto da Informação e a Erosão da Pragmática
Ética
A contemporaneidade assiste a um fenômeno singular: a
hipertrofia do acesso à informação concomitante a uma
atrofia da capacidade analítica. Sob a égide de uma
celeridade digital que não admite hiatos, as instituições —
e os indivíduos que as operacionalizam — converteram a
eficiência, outrora um meio operacional, em um fim
teleológico absoluto. Vivemos a era do "entregável", onde
a velocidade da resposta suplanta a densidade do conteúdo,
e o pragmatismo rasteiro substitui a maturação necessária
ao pensamento crítico. Esse cenário estabelece um
paradoxo epistemológico: dispomos de um volume de
dados sem precedentes, todavia, parecemos cada vez
menos aptos a converter esse amálgama informativo em
conhecimento estruturado e aplicado.
Nesse ecossistema de urgências, a exacerbação da
produtividade muitas vezes atua como uma cortina de
fumaça para uma estagnação reflexiva. Onde o olhar
deveria deter-se para perscrutar as nuances e as
contradições intrínsecas à realidade social e jurídica,
impõe-se a lógica do algoritmo, que premia a obviedade
replicável e pune a hesitação analítica. Não se trata,
contudo, de um manifesto de resistência tecnofóbica; a
tecnologia é ferramenta indispensável. O cerne da crise
reside na submissão acrítica aos seus imperativos de
velocidade, o que gera uma "miopia de gestão". Quando a
rapidez se torna o único critério de excelência,
negligenciam-se os fundamentos éticos e a visão de longo
prazo, elementos que deveriam alicerçar a verdadeira
liderança e a administração pública de alta performance.
A consequência mais nefasta dessa dinâmica é a erosão da
capacidade de síntese. Fragmentados por notificações e
demandas simultâneas, os gestores perdem a habilidade de
conectar pontos distantes, resultando em decisões
paliativas que atacam sintomas, mas preservam as
patologias estruturais. O conhecimento, que exige tempo
de fermentação e confronto de ideias, é trocado pela
conveniência da opinião pronta. Assim, o intelectual e o
técnico são empurrados para as margens, enquanto o
"operador de fluxos" assume o protagonismo. Reverter
essa tendência exige mais do que novas métricas; demanda
uma revalorização do ócio criativo e do rigor intelectual
como pilares da competência profissional, sob pena de
transformarmos nossas instituições em engrenagens
perfeitas de um sistema vazio de propósito.
Analise as proposições abaixo sob a ótica da normapadrão:
I. Se a auditoria DETIVESSE provas concretas de malversação, o processo seguiria para a corregedoria imediatamente.
II. É necessário que o gestor REVEJA os critérios de alocação de recursos antes que o semestre se encerre.
III. Caso o relator MANTIVESSE sua postura de isenção, a decisão não seria questionada pelas partes interessadas.
IV. Quando os diretores PROPOREM as novas cláusulas contratuais, haverá uma assembleia extraordinária.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições com a flexão verbal CORRETA:
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