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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
A mecanização dos meios de comunicação e da impressão foi de fundamental importância para a expansão da imprensa no início do século XX. Os novos prelos (*) utilizados pela grande imprensa eram comemorados em pequenos comentários dos semanários de narrativa irreverente paulistana. Surgiam as Marionis e outras tantas marcas de prelos, capazes de multiplicar os exemplares e combinar textos e imagens como, durante o século XIX, nunca havia sido possível. Aliados à maior capacidade de produção, impressão e composição estavam os correios e telégrafos, principais responsáveis pela distribuição dos jornais, assim como meio de comunicação fundamental para que leitores e os próprios produtores de jornais mantivessem contato com os acontecimentos do momento.
Apesar de sua péssima fama, que atravessara o século XIX e permanecia ao longo da primeira década do século XX em pequenas notas e comentários críticos dos jornais satíricos, por meio dos correios se faziam entregas em locais distantes do interior paulista, recebiam-se jornais de várias partes do mundo e correspondências de leitores e colaboradores das folhas.
*prelo − aparelho manual ou mecânico que serve para imprimir; máquina impressora, prensa.
(Paula Ester Janovitch. Preso por trocadilho. São Paulo: Alameda, 2006. p.137-138)
Atenção: Para responder à questão, considere o segmento que inicia o 2º parágrafo.
Apesar de sua péssima fama, que atravessara o século XIX e permanecia ao longo da primeira década do século XX ...
A observação inicial do parágrafo indica
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Na prática, não é lei, e não há nenhuma obrigatoriedade. Mesmo assim, 140 países se comprometeram a aumentar o acesso à água potável, ao tratamento de esgoto e a promover o uso inteligente da água, na conclusão do último Fórum Mundial da Água.
Os acordos firmados no Fórum não têm caráter vinculante. Isso significa que as promessas não serão cobradas de ninguém. A ideia, no entanto, é levar esse documento para a Rio+20, conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável, que acontecerá em junho no país.
Hoje, cerca de 28 agências ligadas à ONU lidam com a água sob várias abordagens, como produção de energia e agricultura. Mas a água, por si só, não é o foco do trabalho de nenhuma delas. O Ministério do Meio Ambiente, o das Relações Internacionais e a ANA (Agência Nacional de Águas) propuseram durante o encontro mundial a criação de um Conselho de Desenvolvimento Sustentável na ONU para tratar desse tema.
O Brasil possui 12% da água doce do planeta, mas há problemas: 70% dela estão na bacia amazônica, longe dos maiores centros urbanos. E só 45% dos brasileiros têm água tratada.
(Sabine Righetti. Folha de S.Paulo, 19 de março de 2012, C11, com adaptações)
Na prática, não é lei, e não há nenhuma obrigatoriedade.
O sentido do segmento grifado acima reaparece no texto, com outras palavras, em:
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II. Verificações prévias na implementação de inovações tecnológicas ou em novas instalações elétricas, devem ser realizadas, necessariamente, com os circuitos energizados.
III. O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Na prática, não é lei, e não há nenhuma obrigatoriedade. Mesmo assim, 140 países se comprometeram a aumentar o acesso à água potável, ao tratamento de esgoto e a promover o uso inteligente da água, na conclusão do último Fórum Mundial da Água.
Os acordos firmados no Fórum não têm caráter vinculante. Isso significa que as promessas não serão cobradas de ninguém. A ideia, no entanto, é levar esse documento para a Rio+20, conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável, que acontecerá em junho no país.
Hoje, cerca de 28 agências ligadas à ONU lidam com a água sob várias abordagens, como produção de energia e agricultura. Mas a água, por si só, não é o foco do trabalho de nenhuma delas. O Ministério do Meio Ambiente, o das Relações Internacionais e a ANA (Agência Nacional de Águas) propuseram durante o encontro mundial a criação de um Conselho de Desenvolvimento Sustentável na ONU para tratar desse tema.
O Brasil possui 12% da água doce do planeta, mas há problemas: 70% dela estão na bacia amazônica, longe dos maiores centros urbanos. E só 45% dos brasileiros têm água tratada.
(Sabine Righetti. Folha de S.Paulo, 19 de março de 2012, C11, com adaptações)
Com as alterações propostas entre parênteses no final da frase para os segmentos grifados, o verbo que deverá permanecer corretamente no singular está em:
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
No casarão dos Vianna no Catumbi, que no fim do século XIX era um bucólico bairro carioca, o som do choro preenchia todos os espaços. Quem comandava o sarau era o patriarca, um flautista amador. Ainda pequeno para se juntar ao grupo instalado na sala, o 12o de 14 irmãos resignava-se a espiadelas pela porta entreaberta do quarto. Não tardaria, entretanto, a revelar seu talento e conquistar o direito de fazer parte da foto em que toda a família aparece junta, cada qual com seu instrumento. O ano era 1865 e o garoto de 11 anos, Alfredo da Rocha Vianna Júnior, o Pixinguinha. Na imagem desbotada, ele empunha um cavaquinho. Pouco depois viria a flauta de prata presenteada pelo pai, as aulas de música e os convites para tocar nas festas de família. O raro domínio técnico como intérprete, o talento para compor e arranjar e a permeabilidade às novas sonoridades acabaram por fazer de Pixinguinha um artista inigualável.
“O Brasil jamais produziu um músico popular dessa envergadura”, atesta o maestro Caio Cezar. Ele divide com o neto de Pixinguinha, Marcelo Vianna, a direção musical da exposição que o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília apresenta de terça 13 de março a 6 de maio – Pixinguinha. Para a produtora Lu Araújo, curadora da exposição e coordenadora do livro Pixinguinha – O gênio e seu tempo, de André Diniz, a ser lançado na mostra, o músico “uniu o saber das notas musicais à riqueza da cultura popular. Pixinguinha incorporou elementos brasileiros às técni-cas de orquestração. Fator fundamental para isso foi sua expe-riência nas diversas formações em que atuou: bandas, orques-tras regionais e conjuntos de choro e samba”. E acrescenta: “As orquestras dos teatros de revista também foram fundamentais para a formação dele como arranjador”.
(Fragmento adaptado de Ana Ferraz, O mago do Catumbi, CartaCapital, 14 de março de 2012, n. 688. p. 52-4)
... o som do choro preenchia todos os espaços.
O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado na frase acima está em:
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Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
No casarão dos Vianna no Catumbi, que no fim do século XIX era um bucólico bairro carioca, o som do choro preenchia todos os espaços. Quem comandava o sarau era o patriarca, um flautista amador. Ainda pequeno para se juntar ao grupo instalado na sala, o 12o de 14 irmãos resignava-se a espiadelas pela porta entreaberta do quarto. Não tardaria, entretanto, a revelar seu talento e conquistar o direito de fazer parte da foto em que toda a família aparece junta, cada qual com seu instrumento. O ano era 1865 e o garoto de 11 anos, Alfredo da Rocha Vianna Júnior, o Pixinguinha. Na imagem desbotada, ele empunha um cavaquinho. Pouco depois viria a flauta de prata presenteada pelo pai, as aulas de música e os convites para tocar nas festas de família. O raro domínio técnico como intérprete, o talento para compor e arranjar e a permeabilidade às novas sonoridades acabaram por fazer de Pixinguinha um artista inigualável.
“O Brasil jamais produziu um músico popular dessa envergadura”, atesta o maestro Caio Cezar. Ele divide com o neto de Pixinguinha, Marcelo Vianna, a direção musical da exposição que o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília apresenta de terça 13 de março a 6 de maio – Pixinguinha. Para a produtora Lu Araújo, curadora da exposição e coordenadora do livro Pixinguinha – O gênio e seu tempo, de André Diniz, a ser lançado na mostra, o músico “uniu o saber das notas musicais à riqueza da cultura popular. Pixinguinha incorporou elementos brasileiros às técni-cas de orquestração. Fator fundamental para isso foi sua expe-riência nas diversas formações em que atuou: bandas, orques-tras regionais e conjuntos de choro e samba”. E acrescenta: “As orquestras dos teatros de revista também foram fundamentais para a formação dele como arranjador”.
(Fragmento adaptado de Ana Ferraz, O mago do Catumbi, CartaCapital, 14 de março de 2012, n. 688. p. 52-4)
Atente para as afirmações abaixo sobre a pontuação empregada em segmentos transcritos do texto.
I. No casarão dos Vianna no Catumbi, que no fim do século XIX era um bucólico bairro carioca, o som do choro preenchia todos os espaços.
A retirada simultânea das vírgulas manteria a correção e o sentido da frase.
II. O ano era 1865 e o garoto de 11 anos, Alfredo da Rocha Vianna Júnior, o Pixinguinha.
A vírgula colocada imediatamente depois de 11 anos indica a ausência do verbo era.
III. Fator fundamental para isso foi sua experiência nas diversas formações em que atuou: bandas, orquestras regionais e conjuntos de choro e samba.
Os dois-pontos poderiam ser substituídos por uma vírgula, sem prejuízo para a correção e o sentido da frase.
Está correto o que consta APENAS em
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