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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Da solidão
Há muitas pessoas que sofrem do mal da solidão. Basta que em redor delas se arme o silêncio, que não se manifeste aos seus olhos nenhuma presença humana, para que delas se apodere imensa angústia: como se o peso do céu desabasse sobre a sua cabeça, como se dos horizontes se levantasse o anúncio do fim do mundo.
No entanto, haverá na terra verdadeira solidão? Tudo é vivo e tudo fala, em redor de nós, embora com vida e voz que não são humanas, mas que podemos aprender a escutar, porque muitas vezes essa linguagem secreta ajuda a esclarecer o nosso próprio mistério.
Pintores e fotógrafos andam em volta dos objetos à procura de ângulos, jogos de luz, eloquência de formas, para revelarem aquilo que lhes parece não o mais estático dos seus aspectos, mas o mais comunicável, o mais rico de sugestões, o mais capaz de transmitir aquilo que excede os limites físicos desses objetos, constituindo, de certo modo, seu espírito e sua alma.
Façamo-nos também desse modo videntes: olhemos devagar para a cor das paredes, o desenho das cadeiras, a transparência das vidraças, os dóceis panos tecidos sem maiores pretensões. Não procuremos neles a beleza que arrebata logo o olhar: muitas vezes seu aspecto – como o das criaturas humanas – é inábil e desajeitado. Amemos nessas humildes coisas a carga de experiências que representam, a repercussão, nelas sensível, de tanto trabalho e história humana. Concentradas em sua essência, só se revelam quando nossos sentidos estão aptos para as descobrirem. Em silêncio, nos oferecerão sua múltipla companhia, generosa e quase invisível.
(Adaptado de Cecília Meireles, Escolha o seu sonho)
Solidão? Muitos de nós tememos a solidão, julgamos invencível a solidão, atribuímos à solidão os mais terríveis contornos, mas nunca estamos absolutamente sós no mundo.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo, escrito em 1777.
Do roubo
Sendo de ordinário a gatunice, o furto e o roubo crimes de pobres, e como as leis foram feitas pelos ricos, não vos parece que todos os governos, que estão nas mãos dos ricos, devem começar por destruir a mendicidade, em vez de ficar à espreita da ocasião de entregá-la aos carrascos?
Viu-se o enforcamento, em Lyon, cidade riquíssima, de uma moça de dezoito anos. Subtraíra dezoito toalhas de uma taberneira, sua patroa, que não lhe pagava salário. Qual é o efeito dessa lei desumana que põe assim na balança uma vida preciosa contra dezoito toalhas? O efeito é multiplicar os roubos. Pois qual será o patrão que ousará renunciar a todos os sentimentos de honra e piedade a ponto de entregar seu criado, culpado de erro tão pequeno, para que ele seja enforcado à sua porta? Quase todos se limitam a expulsá-lo; e ele vai roubar alhures, acabando muitas vezes por transformar-se em bandido assassino. E a lei o terá feito assim; ela é culpada de todos os seus crimes.
(Voltaire. O preço da justiça. Trad. por Ivone Castilho Benedetti)
A frase em que ambos os elementos sublinhados são complementos verbais é:
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| Atividades | Ruídos dB (A) | Calor (°C) | ||
| T bulbo úmido | T globo | T bulbo seco | ||
| 1 | 85 | 26,6 | 30,8 | 28,4 |
| 2 | 93 | 20,2 | 25,1 | 23,0 |
| 3 | 70 | 25,7 | 28,2 | 26,5 |
| 4 | 103 | 28,5 | 35,4 | 30,2 |
II. Em um ambiente externo com carga solar, o IBTUG para a atividade 4 é de 30,0 °C.
III. Se a atividade 2 for realizada em ambiente interno sem carga solar, o IBTUG é de 21,7 °C.
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II. As empresas que possuam mais de 80% de seus empregados em estabelecimentos ou setor com atividade cuja gradação de risco seja de grau superior ao da atividade principal deverão dimensionar os SESMT, em função do maior grau de risco.
III. O dimensionamento dos SESMT vincula-se à gradação do risco da atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento.
IV. As empresas enquadradas no grau de risco 1, obrigadas a constituir SESMT, e que possuam outros serviços de medicina e engenharia, poderão integrar estes serviços com os SESMT constituindo um serviço único de engenharia e medicina.
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Adeus, caligrafia
O anúncio do fim dos exercícios para aprimoramento da letra cursiva – as velhas práticas de caligrafia – ocorreu recentemente em Indiana, nos Estados Unidos. Dezenas de escolas já adotaram o currículo que desobriga os estudantes de ter uma “boa letra” – já dada como anacronismo. O fim do ensino da letra cursiva nos EUA provocou no Brasil uma onda, se não de protestos, ao menos de lamento e nostalgia. As lamúrias têm um precedente ilustre: “A escrita mecanizada priva a mão da dignidade no domínio da palavra escrita e degrada a palavra, tornando-a um simples meio para o tráfego da comunicação”, queixou-se, há quase setenta anos, o filósofo Martin Heidegger. “Ademais, a escrita mecanizada tem a vantagem de ocultar a caligrafia e, portanto, o caráter do indivíduo”. Heidegger reclamava, numa palestra que fez em 1942, da adoção progressiva das máquinas de escrever.
Os jovens americanos nunca escreveram tanto como hoje. Segundo estudos realizados recentemente, o adolescente daquele país manda e recebe todo mês cerca de 3.300 mensagens de texto por celular. O fim do ensino da letra cursiva reflete esses novos hábitos – um dia também foi preciso tirar do currículo a marcenaria para meninos e a costura para as meninas.
As crianças que deixarem de aprender letra cursiva (também já chamada de “letra de mão”) pagarão um certo custo cognitivo, ao menos segundo alguns estudiosos. A escrita manual estimularia os processos de memorização e representação verbal. A prática do desenho de letras favoreceria a atividade cerebral em regiões ligadas ao processamento visual.
Mas a substituição da escrita manual pela digitação não assusta o neurocientista Roberto Lent. “Não há grande diferença entre traduzir ideias em símbolos com movimentos cursivos ou por meio da percussão de teclas. Ambas são atividades motoras e envolvem grupos neuronais diferentes da mesma área do cérebro”, afirmou. Para ele, as implicações culturais da mudança são mais preocupantes do que as de fundo biológico. “Será interessante para a humanidade não saber mais escrever a mão?” – indaga. O tempo dirá.
(Adaptado da Revista PIAUÍ 59, agosto/2011. p.74)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Para Martin Heidegger, a escrita mecanizada acaba por constituir um canal impessoal de comunicação, ocultando aspectos reveladores da identidade do sujeito.
II. O autor lembra que reformas curriculares ocorrem eventualmente, não sendo novidade a exclusão de atividades que deixam de ter justificativa como práticas escolares.
III. Há consenso entre especialistas de várias áreas quanto aos ônus que o abandono da caligrafia trará para o desenvolvimento da nossa capacidade cognitiva.
Em relação ao texto, está correto o que consta APENAS em
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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Da solidão
Há muitas pessoas que sofrem do mal da solidão. Basta que em redor delas se arme o silêncio, que não se manifeste aos seus olhos nenhuma presença humana, para que delas se apodere imensa angústia: como se o peso do céu desabasse sobre a sua cabeça, como se dos horizontes se levantasse o anúncio do fim do mundo.
No entanto, haverá na terra verdadeira solidão? Tudo é vivo e tudo fala, em redor de nós, embora com vida e voz que não são humanas, mas que podemos aprender a escutar, porque muitas vezes essa linguagem secreta ajuda a esclarecer o nosso próprio mistério.
Pintores e fotógrafos andam em volta dos objetos à procura de ângulos, jogos de luz, eloquência de formas, para revelarem aquilo que lhes parece não o mais estático dos seus aspectos, mas o mais comunicável, o mais rico de sugestões, o mais capaz de transmitir aquilo que excede os limites físicos desses objetos, constituindo, de certo modo, seu espírito e sua alma.
Façamo-nos também desse modo videntes: olhemos devagar para a cor das paredes, o desenho das cadeiras, a transparência das vidraças, os dóceis panos tecidos sem maiores pretensões. Não procuremos neles a beleza que arrebata logo o olhar: muitas vezes seu aspecto – como o das criaturas humanas – é inábil e desajeitado. Amemos nessas humildes coisas a carga de experiências que representam, a repercussão, nelas sensível, de tanto trabalho e história humana. Concentradas em sua essência, só se revelam quando nossos sentidos estão aptos para as descobrirem. Em silêncio, nos oferecerão sua múltipla companhia, generosa e quase invisível.
(Adaptado de Cecília Meireles, Escolha o seu sonho)
Atente para as seguintes afirmações:
I. Sensível à materialidade das coisas que nos cercam, a autora reconhece que elas valem pelo que são, não tendo outro significado senão o de sua simples corporeidade.
II. A lição que nos dão os pintores e fotógrafos é a de alcançar uma nova e mais atenta perspectiva do olhar, pela qual os objetos se revelam em sua expressão essencial.
III. Um olhar verdadeiramente expressivo é aquele que dá sentido às coisas que não o têm, que transfere vida aos objetos inanimados à volta.
Em relação ao texto, está correto o que consta em
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| A | B | |
| 1 | Dados | Descrição |
| 2 | 8 | Os anos do empréstimo |
| 3 | -500 | O pagamento mensal |
| 4 | 10000 | A quantia do empréstimo |
| 5 | Fórmula | Descrição (Resultado) |
| 6 | 5% | A taxa mensal do empréstimo |
A função correta presente na célula A6 é
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