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Renato sacou 2/3 do saldo de sua conta bancária. Em seguida, fez um depósito igual à metade do valor que restou e, então, voltou a fazer um novo saque, desta vez equivalente a 1/5 do saldo inicial. Se depois dessas movimentações, o saldo passou a ser de R$126,00, então o valor total sacado da conta bancária foi
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Um capital de R$1.600,00 foi aplicado a uma taxa de 3% ao mês e rendeu juros simples de R$336,00. Se esse rendimento foi obtido no final do mês de setembro, então a aplicação foi feita no início do mês de
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Ao abrir uma conta bancária, um cliente deve escolher uma sequência de 3 sílabas distintas para formar uma senha. Quantas senhas diferentes poderão ser formadas por esse cliente, sabendo-se que a senha deverá ser feita escolhendo- se as sílabas de um total de 11 sílabas disponibilizadas pelo banco?
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Banestes reduz taxas máximas de juros
O Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
Ao referir-se ao “Banestes”, no título e na 1ª oração do texto, é utilizada a figura de linguagemO Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
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Banestes reduz taxas máximas de juros
O Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
O sentido da expressão destacada: “A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%.” está corretamente indicado emO Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
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Texto
“De acordo com a Fecomércio, os gastos das famílias brasileiras – que possuem rendimento médio de R$ 2,9 mil entre todas as classes – com aparelhos celulares demonstra as transformações na sociedade do País.” O uso do duplo travessão no trecho destacado tem como justificativaFecomércio: classe C irá impulsionar crescimento de 40% do
PIB até 2020
Um estudo realizado pela Federação do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP)
divulgado nesta quarta-feira aponta que o Produto Interno
Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer 40% até 2020 e dos R$ 2
trilhões adicionados ao PIB até a data, cerca de R$ 1,4 milhão
virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com
rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por
51% do consumo total e que abrange 54% da população
brasileira atualmente.
Entre 2011 e 2020, o consumo per capita deve
aumentar 30% para as faixas A e B e cerca de 50% para as
demais. De acordo com a instituição, as mudanças já estão
visíveis. Um dos exemplos é a alimentação. O brasileiro passou
a comer mais vezes fora de casa, e com isso, o gasto com
bares, restaurantes e lanchonetes apresentou alta de 26,6%,
passando a R$ 145,59 por mês no período entre 2003 e 2009.
Além disso, o consumo de carne bovina de boa qualidade
subiu 4,2%; já o consumo de frango teve queda de 11,8%. O
consumo de azeite de oliva cresceu 13,8% no mesmo período.
Para o diretor executivo da entidade, Antônio Carlos
Borges, além de consumir mais, as famílias estão gastando
melhor e, com mais recursos, as famílias brasileiras passaram
a buscar novidades, aprimoramento na qualidade de vida e a
inclusão.
De acordo com a Fecomércio, os gastos das famílias
brasileiras – que possuem rendimento médio de R$ 2,9 mil
entre todas as classes – com aparelhos celulares demonstram
as transformações na sociedade do País. Ao todo, estes gastos
apresentaram alta de 63,3% entre 2003 e 2009. Porém, na
análise entre as faixas de renda, a classe C ampliou os recursos
destinados em 70%; já a classe E (rendimento familiar até R$
900) apresentou alta de 312%. “Com mais recursos, as famílias
brasileiras não se ativeram, simplesmente, à melhora do que
já possuíam, mas passaram a buscar novidades, aprimoramento
na qualidade de vida e inclusão”, afirmou Borges.
(http://economia.terra.com.br, 29/02/2012)
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Texto
“... cerca de R$ 1,4 milhão virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por 51% do consumo total e que abrange 54% da população brasileira atualmente.” Sobre as estruturas linguísticas empregadas e aspectos semânticos no trecho destacado é correto afirmar que :Fecomércio: classe C irá impulsionar crescimento de 40% do
PIB até 2020
Um estudo realizado pela Federação do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP)
divulgado nesta quarta-feira aponta que o Produto Interno
Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer 40% até 2020 e dos R$ 2
trilhões adicionados ao PIB até a data, cerca de R$ 1,4 milhão
virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com
rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por
51% do consumo total e que abrange 54% da população
brasileira atualmente.
Entre 2011 e 2020, o consumo per capita deve
aumentar 30% para as faixas A e B e cerca de 50% para as
demais. De acordo com a instituição, as mudanças já estão
visíveis. Um dos exemplos é a alimentação. O brasileiro passou
a comer mais vezes fora de casa, e com isso, o gasto com
bares, restaurantes e lanchonetes apresentou alta de 26,6%,
passando a R$ 145,59 por mês no período entre 2003 e 2009.
Além disso, o consumo de carne bovina de boa qualidade
subiu 4,2%; já o consumo de frango teve queda de 11,8%. O
consumo de azeite de oliva cresceu 13,8% no mesmo período.
Para o diretor executivo da entidade, Antônio Carlos
Borges, além de consumir mais, as famílias estão gastando
melhor e, com mais recursos, as famílias brasileiras passaram
a buscar novidades, aprimoramento na qualidade de vida e a
inclusão.
De acordo com a Fecomércio, os gastos das famílias
brasileiras – que possuem rendimento médio de R$ 2,9 mil
entre todas as classes – com aparelhos celulares demonstram
as transformações na sociedade do País. Ao todo, estes gastos
apresentaram alta de 63,3% entre 2003 e 2009. Porém, na
análise entre as faixas de renda, a classe C ampliou os recursos
destinados em 70%; já a classe E (rendimento familiar até R$
900) apresentou alta de 312%. “Com mais recursos, as famílias
brasileiras não se ativeram, simplesmente, à melhora do que
já possuíam, mas passaram a buscar novidades, aprimoramento
na qualidade de vida e inclusão”, afirmou Borges.
(http://economia.terra.com.br, 29/02/2012)
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Texto
A inclusão do discurso direto no 4º§ parágrafo do texto, confere-lhe maiorFecomércio: classe C irá impulsionar crescimento de 40% do
PIB até 2020
Um estudo realizado pela Federação do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP)
divulgado nesta quarta-feira aponta que o Produto Interno
Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer 40% até 2020 e dos R$ 2
trilhões adicionados ao PIB até a data, cerca de R$ 1,4 milhão
virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com
rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por
51% do consumo total e que abrange 54% da população
brasileira atualmente.
Entre 2011 e 2020, o consumo per capita deve
aumentar 30% para as faixas A e B e cerca de 50% para as
demais. De acordo com a instituição, as mudanças já estão
visíveis. Um dos exemplos é a alimentação. O brasileiro passou
a comer mais vezes fora de casa, e com isso, o gasto com
bares, restaurantes e lanchonetes apresentou alta de 26,6%,
passando a R$ 145,59 por mês no período entre 2003 e 2009.
Além disso, o consumo de carne bovina de boa qualidade
subiu 4,2%; já o consumo de frango teve queda de 11,8%. O
consumo de azeite de oliva cresceu 13,8% no mesmo período.
Para o diretor executivo da entidade, Antônio Carlos
Borges, além de consumir mais, as famílias estão gastando
melhor e, com mais recursos, as famílias brasileiras passaram
a buscar novidades, aprimoramento na qualidade de vida e a
inclusão.
De acordo com a Fecomércio, os gastos das famílias
brasileiras – que possuem rendimento médio de R$ 2,9 mil
entre todas as classes – com aparelhos celulares demonstram
as transformações na sociedade do País. Ao todo, estes gastos
apresentaram alta de 63,3% entre 2003 e 2009. Porém, na
análise entre as faixas de renda, a classe C ampliou os recursos
destinados em 70%; já a classe E (rendimento familiar até R$
900) apresentou alta de 312%. “Com mais recursos, as famílias
brasileiras não se ativeram, simplesmente, à melhora do que
já possuíam, mas passaram a buscar novidades, aprimoramento
na qualidade de vida e inclusão”, afirmou Borges.
(http://economia.terra.com.br, 29/02/2012)
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Banestes reduz taxas máximas de juros
O Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
Indique o termo grifado a seguir que, no texto, desempenhe a mesma função sintática de “taxas” em “O Banestes cortou algumas taxas máximas de juros.”O Banestes cortou algumas taxas máximas de juros. A redução mais expressiva foi no Credifácil Automóvel: de 3,70% para 2,80%. O Banco também alterou alguns juros mínimos. É o caso do cheque especial, que caiu de 1,60% para 1,39%. O superintendente de Produtos do Banestes, João Carlos Bussular, destacou que o Banco está acompanhando o movimento do mercado e, toda semana, gestores financeiros estão se reunindo para avaliarem as taxas praticadas por todas as instituições financeiras. O comitê de produtos do Banco também está estudando a proposta de o Banestes começar a trabalhar até 10 dias sem juros, no cheque especial”, salientou.
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Texto
Em “Porém, na análise entre as faixas de renda,...”, “porém” introduz uma ideia deFecomércio: classe C irá impulsionar crescimento de 40% do
PIB até 2020
Um estudo realizado pela Federação do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP)
divulgado nesta quarta-feira aponta que o Produto Interno
Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer 40% até 2020 e dos R$ 2
trilhões adicionados ao PIB até a data, cerca de R$ 1,4 milhão
virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com
rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por
51% do consumo total e que abrange 54% da população
brasileira atualmente.
Entre 2011 e 2020, o consumo per capita deve
aumentar 30% para as faixas A e B e cerca de 50% para as
demais. De acordo com a instituição, as mudanças já estão
visíveis. Um dos exemplos é a alimentação. O brasileiro passou
a comer mais vezes fora de casa, e com isso, o gasto com
bares, restaurantes e lanchonetes apresentou alta de 26,6%,
passando a R$ 145,59 por mês no período entre 2003 e 2009.
Além disso, o consumo de carne bovina de boa qualidade
subiu 4,2%; já o consumo de frango teve queda de 11,8%. O
consumo de azeite de oliva cresceu 13,8% no mesmo período.
Para o diretor executivo da entidade, Antônio Carlos
Borges, além de consumir mais, as famílias estão gastando
melhor e, com mais recursos, as famílias brasileiras passaram
a buscar novidades, aprimoramento na qualidade de vida e a
inclusão.
De acordo com a Fecomércio, os gastos das famílias
brasileiras – que possuem rendimento médio de R$ 2,9 mil
entre todas as classes – com aparelhos celulares demonstram
as transformações na sociedade do País. Ao todo, estes gastos
apresentaram alta de 63,3% entre 2003 e 2009. Porém, na
análise entre as faixas de renda, a classe C ampliou os recursos
destinados em 70%; já a classe E (rendimento familiar até R$
900) apresentou alta de 312%. “Com mais recursos, as famílias
brasileiras não se ativeram, simplesmente, à melhora do que
já possuíam, mas passaram a buscar novidades, aprimoramento
na qualidade de vida e inclusão”, afirmou Borges.
(http://economia.terra.com.br, 29/02/2012)
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