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Foram encontradas 30 questões.

1936100 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Qual das alternativas a seguir contém um objeto que NÃO pertence ao mesmo grupo dos demais?

 

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1935687 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Josiel é motorista de órgão público e levará em um ônibus 28 passageiros, pacientes de um hospital, localizado em uma cidade vizinha, para consultas e exames. De acordo com o CTB, para realizar essa viagem, Josiel deverá atender aos seguintes requisitos:

I. Ser maior de 21 anos.

II. Possuir Carteira Nacional de Habilitação de categoria C ou superior.

III. Descansar 30 minutos a cada 8 horas na condução do veículo.

Dentre os requisitos citados, está correto o que se afirma apenas em

 

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1935091 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Trânsito: reflexo da sociedade

O trânsito é o indicador mais perfeito de como anda a sociedade brasileira. Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o “jeitinho brasileiro”. Nada poderia demonstrar com mais exatidão quais são os defeitos principais desse povo e apontar melhor caminho para corrigi-lo.

A cada ano, os números relativos a mortes em incidentes (muitos chamados erroneamente de “acidentes”) de trânsito tornam-se mais assustadores. Cerca de 500 mil mortos por ano é mais que qualquer guerra atualmente em disputa no mundo. Poucos países vivenciam a experiência de produzirem centenas de milhares de novos assassinos anualmente. Quanto mais, acharem isso normal.

O brasileiro, tão criativo, orgulhoso de seu “jeitinho” que arruma soluções para tudo não parece perceber que, contra regras, não deve haver jeitinho. Não há lugar para estacionar, o brasileiro criativo estaciona em local proibido. O brasileiro criativo está com pressa, mas o sinal está fechado, e imagina que o vermelho significa “siga em frente”.

O egoísmo, personalizado no “jeitinho”, consiste em não reconhecer que há diversos outros semelhantes que compartilham das vias públicas e mereceriam igual respeito. Ao pensar que sua pressa ou sua comodidade são prioritárias, torna-se vítimas igualmente de outros que assim pensam. Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos “cortam” ou que estacionam em frente a nossas garagens.

Fora a violência dos próprios incidentes, quantos crimes não começaram com discussões no trânsito? Tantos quantos começaram em brigas de vizinhos, brigas em boate e situações banais, que refletem a índole agressiva de um povo.

Sempre que não houver um agente da lei por perto, haverá a tendência de que absurdos ocorram pois o respeito ao próximo é substituído pelo temor à multa.

Como resolver isso? Matar todos os motoristas imprudentes antes que matem outros? Não dá. Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez. Educar desde pequeno, como uma filosofia para todas as áreas da vida? Com certeza!

(Felipe Simões Pires. Escritor e acadêmico do curso de Filologia Alemã na Universidade Livre de Berlim. http://sinatran.org.br/?p=459. Acesso em: 24/10/2020.)

Considerando as ideias do texto, é INCORRETO afirmar que:

 

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1934828 Ano: 2020
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Assinale, a seguir, uma infração de trânsito que NÃO possui natureza gravíssima.

 

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1934806 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Trânsito: reflexo da sociedade

O trânsito é o indicador mais perfeito de como anda a sociedade brasileira. Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o “jeitinho brasileiro”. Nada poderia demonstrar com mais exatidão quais são os defeitos principais desse povo e apontar melhor caminho para corrigi-lo.

A cada ano, os números relativos a mortes em incidentes (muitos chamados erroneamente de “acidentes”) de trânsito tornam-se mais assustadores. Cerca de 500 mil mortos por ano é mais que qualquer guerra atualmente em disputa no mundo. Poucos países vivenciam a experiência de produzirem centenas de milhares de novos assassinos anualmente. Quanto mais, acharem isso normal.

O brasileiro, tão criativo, orgulhoso de seu “jeitinho” que arruma soluções para tudo não parece perceber que, contra regras, não deve haver jeitinho. Não há lugar para estacionar, o brasileiro criativo estaciona em local proibido. O brasileiro criativo está com pressa, mas o sinal está fechado, e imagina que o vermelho significa “siga em frente”.

O egoísmo, personalizado no “jeitinho”, consiste em não reconhecer que há diversos outros semelhantes que compartilham das vias públicas e mereceriam igual respeito. Ao pensar que sua pressa ou sua comodidade são prioritárias, torna-se vítimas igualmente de outros que assim pensam. Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos “cortam” ou que estacionam em frente a nossas garagens.

Fora a violência dos próprios incidentes, quantos crimes não começaram com discussões no trânsito? Tantos quantos começaram em brigas de vizinhos, brigas em boate e situações banais, que refletem a índole agressiva de um povo.

Sempre que não houver um agente da lei por perto, haverá a tendência de que absurdos ocorram pois o respeito ao próximo é substituído pelo temor à multa.

Como resolver isso? Matar todos os motoristas imprudentes antes que matem outros? Não dá. Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez. Educar desde pequeno, como uma filosofia para todas as áreas da vida? Com certeza!

(Felipe Simões Pires. Escritor e acadêmico do curso de Filologia Alemã na Universidade Livre de Berlim. http://sinatran.org.br/?p=459. Acesso em: 24/10/2020.)

De acordo com as ideias do texto, é possível afirmar que o autor:

 

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1934482 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Trânsito: reflexo da sociedade

O trânsito é o indicador mais perfeito de como anda a sociedade brasileira. Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o “jeitinho brasileiro”. Nada poderia demonstrar com mais exatidão quais são os defeitos principais desse povo e apontar melhor caminho para corrigi-lo.

A cada ano, os números relativos a mortes em incidentes (muitos chamados erroneamente de “acidentes”) de trânsito tornam-se mais assustadores. Cerca de 500 mil mortos por ano é mais que qualquer guerra atualmente em disputa no mundo. Poucos países vivenciam a experiência de produzirem centenas de milhares de novos assassinos anualmente. Quanto mais, acharem isso normal.

O brasileiro, tão criativo, orgulhoso de seu “jeitinho” que arruma soluções para tudo não parece perceber que, contra regras, não deve haver jeitinho. Não há lugar para estacionar, o brasileiro criativo estaciona em local proibido. O brasileiro criativo está com pressa, mas o sinal está fechado, e imagina que o vermelho significa “siga em frente”.

O egoísmo, personalizado no “jeitinho”, consiste em não reconhecer que há diversos outros semelhantes que compartilham das vias públicas e mereceriam igual respeito. Ao pensar que sua pressa ou sua comodidade são prioritárias, torna-se vítimas igualmente de outros que assim pensam. Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos “cortam” ou que estacionam em frente a nossas garagens.

Fora a violência dos próprios incidentes, quantos crimes não começaram com discussões no trânsito? Tantos quantos começaram em brigas de vizinhos, brigas em boate e situações banais, que refletem a índole agressiva de um povo.

Sempre que não houver um agente da lei por perto, haverá a tendência de que absurdos ocorram pois o respeito ao próximo é substituído pelo temor à multa.

Como resolver isso? Matar todos os motoristas imprudentes antes que matem outros? Não dá. Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez. Educar desde pequeno, como uma filosofia para todas as áreas da vida? Com certeza!

(Felipe Simões Pires. Escritor e acadêmico do curso de Filologia Alemã na Universidade Livre de Berlim. http://sinatran.org.br/?p=459. Acesso em: 24/10/2020.)

“Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez.” (7º§) A expressão assinalada no trecho anterior exprime circunstância de:

 

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1933852 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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Marcelino estava viajando com seu carro e decidiu parar em uma oficina para verificar um problema nos freios. Ao conversar com o mecânico ele disse que, embora o freio estivesse silencioso e eficiente, era necessário pisar muito fundo no pedal (freio baixo) para acionar o sistema de frenagem, diferente de quando o veículo era mais novo e o freio funcionava sem afundar tanto o pedal. Com base nessas informações, qual das alternativas apresenta um possível problema nos freios do carro de Marcelino?

 

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1933841 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Considere a seguinte estrutura lógica:

Enunciado 2782750-1

Quais são os elementos que substituem, respectivamente, os símbolos @ e $?

 

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1933820 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná

Trânsito: reflexo da sociedade

O trânsito é o indicador mais perfeito de como anda a sociedade brasileira. Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o “jeitinho brasileiro”. Nada poderia demonstrar com mais exatidão quais são os defeitos principais desse povo e apontar melhor caminho para corrigi-lo.

A cada ano, os números relativos a mortes em incidentes (muitos chamados erroneamente de “acidentes”) de trânsito tornam-se mais assustadores. Cerca de 500 mil mortos por ano é mais que qualquer guerra atualmente em disputa no mundo. Poucos países vivenciam a experiência de produzirem centenas de milhares de novos assassinos anualmente. Quanto mais, acharem isso normal.

O brasileiro, tão criativo, orgulhoso de seu “jeitinho” que arruma soluções para tudo não parece perceber que, contra regras, não deve haver jeitinho. Não há lugar para estacionar, o brasileiro criativo estaciona em local proibido. O brasileiro criativo está com pressa, mas o sinal está fechado, e imagina que o vermelho significa “siga em frente”.

O egoísmo, personalizado no “jeitinho”, consiste em não reconhecer que há diversos outros semelhantes que compartilham das vias públicas e mereceriam igual respeito. Ao pensar que sua pressa ou sua comodidade são prioritárias, torna-se vítimas igualmente de outros que assim pensam. Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos “cortam” ou que estacionam em frente a nossas garagens.

Fora a violência dos próprios incidentes, quantos crimes não começaram com discussões no trânsito? Tantos quantos começaram em brigas de vizinhos, brigas em boate e situações banais, que refletem a índole agressiva de um povo.

Sempre que não houver um agente da lei por perto, haverá a tendência de que absurdos ocorram pois o respeito ao próximo é substituído pelo temor à multa.

Como resolver isso? Matar todos os motoristas imprudentes antes que matem outros? Não dá. Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez. Educar desde pequeno, como uma filosofia para todas as áreas da vida? Com certeza!

(Felipe Simões Pires. Escritor e acadêmico do curso de Filologia Alemã na Universidade Livre de Berlim. http://sinatran.org.br/?p=459. Acesso em: 24/10/2020.)

No fragmento “Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos ‘cortam’ ou que estacionam em frente a nossas garagens.” (4º§), a palavra “imprudentes” significa:

 

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1933738 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
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NÃO estabelece um atendimento de qualidade prestado pelo motorista ao seu público:

 

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