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Foram encontradas 374 questões.

2864738 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AMS Apucarana-PR

“Todo dia, ou toda hora, pipoca mais um escândalo e pinta mais uma ladroeira. Não adianta bancar o avestruz e enfiar a cabeça na areia. Sendo de todas as aves a maior, o avestruz não vê, mas é visível. No nosso caso, dá vontade de não ver e de não ser visto. Com a altíssima taxa de corruptos que assola o país, a Câmara dos Deputados podia inverter o objetivo de sua comissão de inquérito: ouvir os suspeitos de honradez. Não haveria assim perigo de tumulto, nem seriam legião os inquiridos. Calma, gente! Nada de pôr a culpa na imprensa e acusá-la de só ver o negativo. Tem muita gente proba por aí. Aposto de olhos fechados e mão na Bíblia que é a maioria. O Rio e São Paulo não são Sodoma e Gomorra. E se você é dos que acham que jornal só vê o negativo, quero lhe perguntar se costuma ir ao médico com uma saúde de vaca premiada. Com 32 dentes sem cárie, você procura o dentista? Você sai de casa todo dia para o trabalho. Se amanhã quebrar a perna no trajeto, conta para a sua mulher ou cala? O Titanic só foi manchete quando afundou, sabia? Então tá. Pense um pouco antes de falar bobagem”. (Sejamos positivos, Otto Lara Resende, com adaptações).

Marque a alternativa que indica um termo, extraído do texto, que esteja no gênero feminino.

 

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2864737 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AMS Apucarana-PR

“Todo dia, ou toda hora, pipoca mais um escândalo e pinta mais uma ladroeira. Não adianta bancar o avestruz e enfiar a cabeça na areia. Sendo de todas as aves a maior, o avestruz não vê, mas é visível. No nosso caso, dá vontade de não ver e de não ser visto. Com a altíssima taxa de corruptos que assola o país, a Câmara dos Deputados podia inverter o objetivo de sua comissão de inquérito: ouvir os suspeitos de honradez. Não haveria assim perigo de tumulto, nem seriam legião os inquiridos. Calma, gente! Nada de pôr a culpa na imprensa e acusá-la de só ver o negativo. Tem muita gente proba por aí. Aposto de olhos fechados e mão na Bíblia que é a maioria. O Rio e São Paulo não são Sodoma e Gomorra. E se você é dos que acham que jornal só vê o negativo, quero lhe perguntar se costuma ir ao médico com uma saúde de vaca premiada. Com 32 dentes sem cárie, você procura o dentista? Você sai de casa todo dia para o trabalho. Se amanhã quebrar a perna no trajeto, conta para a sua mulher ou cala? O Titanic só foi manchete quando afundou, sabia? Então tá. Pense um pouco antes de falar bobagem”. (Sejamos positivos, Otto Lara Resende, com adaptações).

Após a expressão “Calma, gente”, o autor emprega o sinal de pontuação denominado:

 

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2864736 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AMS Apucarana-PR

“Todo dia, ou toda hora, pipoca mais um escândalo e pinta mais uma ladroeira. Não adianta bancar o avestruz e enfiar a cabeça na areia. Sendo de todas as aves a maior, o avestruz não vê, mas é visível. No nosso caso, dá vontade de não ver e de não ser visto. Com a altíssima taxa de corruptos que assola o país, a Câmara dos Deputados podia inverter o objetivo de sua comissão de inquérito: ouvir os suspeitos de honradez. Não haveria assim perigo de tumulto, nem seriam legião os inquiridos. Calma, gente! Nada de pôr a culpa na imprensa e acusá-la de só ver o negativo. Tem muita gente proba por aí. Aposto de olhos fechados e mão na Bíblia que é a maioria. O Rio e São Paulo não são Sodoma e Gomorra. E se você é dos que acham que jornal só vê o negativo, quero lhe perguntar se costuma ir ao médico com uma saúde de vaca premiada. Com 32 dentes sem cárie, você procura o dentista? Você sai de casa todo dia para o trabalho. Se amanhã quebrar a perna no trajeto, conta para a sua mulher ou cala? O Titanic só foi manchete quando afundou, sabia? Então tá. Pense um pouco antes de falar bobagem”. (Sejamos positivos, Otto Lara Resende, com adaptações).

No trecho “todo dia, ou toda hora, pipoca mais um escândalo”, o termo “pipoca” poderia ser substituído, sem prejuízo ao sentido geral do texto, por:

 

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2864735 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AMS Apucarana-PR

“Todo dia, ou toda hora, pipoca mais um escândalo e pinta mais uma ladroeira. Não adianta bancar o avestruz e enfiar a cabeça na areia. Sendo de todas as aves a maior, o avestruz não vê, mas é visível. No nosso caso, dá vontade de não ver e de não ser visto. Com a altíssima taxa de corruptos que assola o país, a Câmara dos Deputados podia inverter o objetivo de sua comissão de inquérito: ouvir os suspeitos de honradez. Não haveria assim perigo de tumulto, nem seriam legião os inquiridos. Calma, gente! Nada de pôr a culpa na imprensa e acusá-la de só ver o negativo. Tem muita gente proba por aí. Aposto de olhos fechados e mão na Bíblia que é a maioria. O Rio e São Paulo não são Sodoma e Gomorra. E se você é dos que acham que jornal só vê o negativo, quero lhe perguntar se costuma ir ao médico com uma saúde de vaca premiada. Com 32 dentes sem cárie, você procura o dentista? Você sai de casa todo dia para o trabalho. Se amanhã quebrar a perna no trajeto, conta para a sua mulher ou cala? O Titanic só foi manchete quando afundou, sabia? Então tá. Pense um pouco antes de falar bobagem”. (Sejamos positivos, Otto Lara Resende, com adaptações).

De acordo com a interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor considera que:

 

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“Ontem, num programa da TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós, obrigado a espremer o juízo até produzir qualquer coisa que encha as páginas necessárias e possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, se afligia por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal, que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, o jornal é que é o grande tirano. Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é que boceja ou aplaude. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno... Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não se transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não se cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes basta insinuar que o figurão sorriu antes de dar a sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade em hora de crise política”. (Uma simples folha de papel, Rachel de Queiroz, com adaptações).

Ainda em relação ao “drama” abordado pela autora, marque a alternativa que indica qual seria, na visão dela, o tipo de produção literária mais afetado.

 

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“Ontem, num programa da TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós, obrigado a espremer o juízo até produzir qualquer coisa que encha as páginas necessárias e possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, se afligia por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal, que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, o jornal é que é o grande tirano. Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é que boceja ou aplaude. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno... Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não se transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não se cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes basta insinuar que o figurão sorriu antes de dar a sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade em hora de crise política”. (Uma simples folha de papel, Rachel de Queiroz, com adaptações).

No trecho “O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio”, o termo “pífio” poderia ser substituído, sem prejuízo ao sentido pretendido pela autora, por:

 

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“Ontem, num programa da TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós, obrigado a espremer o juízo até produzir qualquer coisa que encha as páginas necessárias e possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, se afligia por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal, que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, o jornal é que é o grande tirano. Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é que boceja ou aplaude. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno... Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não se transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não se cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes basta insinuar que o figurão sorriu antes de dar a sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade em hora de crise política”. (Uma simples folha de papel, Rachel de Queiroz, com adaptações).

No trecho “essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme…”, a palavra “cuneiforme” diz respeito a:

 

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“Ontem, num programa da TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós, obrigado a espremer o juízo até produzir qualquer coisa que encha as páginas necessárias e possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, se afligia por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal, que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, o jornal é que é o grande tirano. Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é que boceja ou aplaude. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno... Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não se transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não se cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes basta insinuar que o figurão sorriu antes de dar a sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade em hora de crise política”. (Uma simples folha de papel, Rachel de Queiroz, com adaptações).

A palavra “ontem”, que aparece logo no início do texto, pode ser classificada gramaticalmente como um:

 

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“Ontem, num programa da TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós, obrigado a espremer o juízo até produzir qualquer coisa que encha as páginas necessárias e possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, se afligia por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. O curioso é que nem sempre desse esforço de última hora sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal, que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, o jornal é que é o grande tirano. Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é que boceja ou aplaude. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno... Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não se transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não se cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes basta insinuar que o figurão sorriu antes de dar a sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade em hora de crise política”. (Uma simples folha de papel, Rachel de Queiroz, com adaptações).

Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que, segundo a autora:

 

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“A ciência da chateação, segundo certa corrente moderna, apresenta três princípios básicos: 1) O homem nasce com a tendência natural de exercer a chateação; 2) A chateação é uma exorbitância tolerada dos direitos do homem em sociedade; 3) Em determinadas situações, todo homem é capaz de produzir chateação. Em outras palavras: só a força de vontade diminui em nós a chateação inata e compulsiva; não há leis naturais contra a chateação. Reduzir a nossa capacidade de aborrecer o próximo ao mínimo é resultado do esforço pessoal. A ciência pode ainda ser resumida em uma única frase: damos o nome de chato ao indivíduo que produz um tipo de chateação diferente do nosso. A classificação de todos os tipos está ainda muito incompleta, mas poderemos apresentar algumas figuras bastante caracterizadas, a título de curiosidade. Há um tipo de gente que não te deixa contar vantagem. Se ganhaste algum dinheiro, ele está milionário. Se lhe contas, pelo contrário, que andas perdendo dinheiro, ele está na mais negra miséria. Há também o sujeito que te fala exatamente as coisas que não desejas ouvir no momento, ou o cara que esguicha água nos teus olhos com a flor da lapela, dá choque com a mão, puxa a cadeira quando vais sentar, etc. Existe também o tipo especial dos sujeitos levados à política através da popularidade granjeada em outras profissões. E há o sujeito que diz: ‘Por que não largas esse teu emprego e fazes como eu? Só no mês passado ganhei quatrocentos mil reais sem fazer nada!’. Finalmente, há os formalistas, que se exprimem através de frases feitas, e o que proíbe qualquer palpite sobre um determinado assunto porque ele conhece isso de dentro para fora”. (Paulo Mendes Campos, Tipos exemplares, com adaptações).

Em relação ao trecho “há os formalistas, que se exprimem através de frases feitas”, marque a alternativa que indica uma palavra que poderia substituir a expressão “frases feitas”, sem prejuízo ao sentido pretendido pelo autor.

 

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