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Foram encontradas 40 questões.

2860678 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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Nas alternativas a seguir, são dadas as medidas da base e da altura de um triângulo, respectivamente.

Assinale a alternativa que apresenta as dimensões do triângulo com maior área em cm2.

 

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2860677 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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Qual é o valor de !$ sqrt{11025}? !$

 

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2860676 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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Para confeccionar 800 bandeirinhas para uma festa junina, 4 pessoas gastam 2 dias.

Quantos dias serão necessários para que 3 pessoas confeccionem 1800 bandeirinhas trabalhando no mesmo ritmo?

 

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2860675 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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Cada dia que Aline trabalha, ela ganha R$ 45,00. Em determinado mês, ela trabalhou 18 dias. Com seu salário, pagou uma conta de R$ 125,00 e gastou R$ 312,00 com compras de supermercado.

Quantos reais ainda sobraram para Aline?

 

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2860674 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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O diretor de uma escola vai sortear um livro entre os 128 alunos do 8º ano. Sabendo que a turma do 8º C tem 32 alunos, qual é a probabilidade de que um aluno dessa turma seja sorteado?

 

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2860673 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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“Minha pobreza é quase sempre cômica. Ontem, por exemplo, a cozinheira veio avisar que era preciso comprar carne. Não sei se são todas, mas há sempre uma alegria no olhar da minha empregada quando a carne se acaba. Uma vitória, nos olhos dela, quando vem dizer que a carne se acabou. A carne, o feijão, o arroz, seja o que for. Meu dinheiro, ontem, era zero, e como não tenho conta no açougue, tive que fazer demorado discurso explicando a necessidade que o homem tem de comer macarrões. Por que ela estava com as pernas inchadas? Porque só comia carne, carne, carne.

O organismo pede mais talharim! Tudo isto porque a padaria vende talharim e me deixa pagar de trinta em trinta dias. O médico é contra os meus cigarros e me proibiu passar de oito. Os oito permitidos, com mais oito que fumo escondido, são dezesseis. Dá para viver. Ou para morrer, sei lá. Então, um ‘cardiocolega’ me aconselhou a fumar o cachimbo. Diz que a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo, o cachimbo apaga, a gente acende, ele apaga... Fica-se nisso e o dia passa, com apenas uma carga de bom fumo inglês. Fui ver um cachimbo. Custa quarenta mil cruzeiros um cachimbo Dunhill. Recuei. Ao chegar em casa, recebi telefonema de um amigo, dizendo que ia a Londres. Veio aquela coragem e lhe pedi que me trouxesse um Dunhill de até quinze dólares. Fiz as contas, com entusiasmo, e achei que podia. Agora o homem está para chegar, e cadê os quinze dólares? Claro, pode esperar, mas e minha palavra de pobre soberbo? Não sei por que esse amigo vai voltar já, se Londres está tão linda, envolta na bruma deste fim de inverno! E se ficasse uns dias em Paris? As desconjunturas da pobreza incomodam um pouco, mas são engraçadas. Minha vida perderia os encantos se minha geladeira estivesse sempre cheia de carne e se, sobre esta mesa, houvesse cinco ou seis cachimbos”. (Página de um diário, Antônio Maria, com adaptações).

No texto em análise, o termo “Dunhill” indica:

 

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2860672 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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“Minha pobreza é quase sempre cômica. Ontem, por exemplo, a cozinheira veio avisar que era preciso comprar carne. Não sei se são todas, mas há sempre uma alegria no olhar da minha empregada quando a carne se acaba. Uma vitória, nos olhos dela, quando vem dizer que a carne se acabou. A carne, o feijão, o arroz, seja o que for. Meu dinheiro, ontem, era zero, e como não tenho conta no açougue, tive que fazer demorado discurso explicando a necessidade que o homem tem de comer macarrões. Por que ela estava com as pernas inchadas? Porque só comia carne, carne, carne.

O organismo pede mais talharim! Tudo isto porque a padaria vende talharim e me deixa pagar de trinta em trinta dias. O médico é contra os meus cigarros e me proibiu passar de oito. Os oito permitidos, com mais oito que fumo escondido, são dezesseis. Dá para viver. Ou para morrer, sei lá. Então, um ‘cardiocolega’ me aconselhou a fumar o cachimbo. Diz que a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo, o cachimbo apaga, a gente acende, ele apaga... Fica-se nisso e o dia passa, com apenas uma carga de bom fumo inglês. Fui ver um cachimbo. Custa quarenta mil cruzeiros um cachimbo Dunhill. Recuei. Ao chegar em casa, recebi telefonema de um amigo, dizendo que ia a Londres. Veio aquela coragem e lhe pedi que me trouxesse um Dunhill de até quinze dólares. Fiz as contas, com entusiasmo, e achei que podia. Agora o homem está para chegar, e cadê os quinze dólares? Claro, pode esperar, mas e minha palavra de pobre soberbo? Não sei por que esse amigo vai voltar já, se Londres está tão linda, envolta na bruma deste fim de inverno! E se ficasse uns dias em Paris? As desconjunturas da pobreza incomodam um pouco, mas são engraçadas. Minha vida perderia os encantos se minha geladeira estivesse sempre cheia de carne e se, sobre esta mesa, houvesse cinco ou seis cachimbos”. (Página de um diário, Antônio Maria, com adaptações).

Marque a alternativa que indica apenas proparoxítonas que aparecem no texto.

 

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2860671 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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“Minha pobreza é quase sempre cômica. Ontem, por exemplo, a cozinheira veio avisar que era preciso comprar carne. Não sei se são todas, mas há sempre uma alegria no olhar da minha empregada quando a carne se acaba. Uma vitória, nos olhos dela, quando vem dizer que a carne se acabou. A carne, o feijão, o arroz, seja o que for. Meu dinheiro, ontem, era zero, e como não tenho conta no açougue, tive que fazer demorado discurso explicando a necessidade que o homem tem de comer macarrões. Por que ela estava com as pernas inchadas? Porque só comia carne, carne, carne.

O organismo pede mais talharim! Tudo isto porque a padaria vende talharim e me deixa pagar de trinta em trinta dias. O médico é contra os meus cigarros e me proibiu passar de oito. Os oito permitidos, com mais oito que fumo escondido, são dezesseis. Dá para viver. Ou para morrer, sei lá. Então, um ‘cardiocolega’ me aconselhou a fumar o cachimbo. Diz que a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo, o cachimbo apaga, a gente acende, ele apaga... Fica-se nisso e o dia passa, com apenas uma carga de bom fumo inglês. Fui ver um cachimbo. Custa quarenta mil cruzeiros um cachimbo Dunhill. Recuei. Ao chegar em casa, recebi telefonema de um amigo, dizendo que ia a Londres. Veio aquela coragem e lhe pedi que me trouxesse um Dunhill de até quinze dólares. Fiz as contas, com entusiasmo, e achei que podia. Agora o homem está para chegar, e cadê os quinze dólares? Claro, pode esperar, mas e minha palavra de pobre soberbo? Não sei por que esse amigo vai voltar já, se Londres está tão linda, envolta na bruma deste fim de inverno! E se ficasse uns dias em Paris? As desconjunturas da pobreza incomodam um pouco, mas são engraçadas. Minha vida perderia os encantos se minha geladeira estivesse sempre cheia de carne e se, sobre esta mesa, houvesse cinco ou seis cachimbos”. (Página de um diário, Antônio Maria, com adaptações).

No trecho “Porque só comia carne, carne, carne”, o autor emprega repetidamente a palavra “carne” com o intuito de:

 

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2860670 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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“Minha pobreza é quase sempre cômica. Ontem, por exemplo, a cozinheira veio avisar que era preciso comprar carne. Não sei se são todas, mas há sempre uma alegria no olhar da minha empregada quando a carne se acaba. Uma vitória, nos olhos dela, quando vem dizer que a carne se acabou. A carne, o feijão, o arroz, seja o que for. Meu dinheiro, ontem, era zero, e como não tenho conta no açougue, tive que fazer demorado discurso explicando a necessidade que o homem tem de comer macarrões. Por que ela estava com as pernas inchadas? Porque só comia carne, carne, carne.

O organismo pede mais talharim! Tudo isto porque a padaria vende talharim e me deixa pagar de trinta em trinta dias. O médico é contra os meus cigarros e me proibiu passar de oito. Os oito permitidos, com mais oito que fumo escondido, são dezesseis. Dá para viver. Ou para morrer, sei lá. Então, um ‘cardiocolega’ me aconselhou a fumar o cachimbo. Diz que a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo, o cachimbo apaga, a gente acende, ele apaga... Fica-se nisso e o dia passa, com apenas uma carga de bom fumo inglês. Fui ver um cachimbo. Custa quarenta mil cruzeiros um cachimbo Dunhill. Recuei. Ao chegar em casa, recebi telefonema de um amigo, dizendo que ia a Londres. Veio aquela coragem e lhe pedi que me trouxesse um Dunhill de até quinze dólares. Fiz as contas, com entusiasmo, e achei que podia. Agora o homem está para chegar, e cadê os quinze dólares? Claro, pode esperar, mas e minha palavra de pobre soberbo? Não sei por que esse amigo vai voltar já, se Londres está tão linda, envolta na bruma deste fim de inverno! E se ficasse uns dias em Paris? As desconjunturas da pobreza incomodam um pouco, mas são engraçadas. Minha vida perderia os encantos se minha geladeira estivesse sempre cheia de carne e se, sobre esta mesa, houvesse cinco ou seis cachimbos”. (Página de um diário, Antônio Maria, com adaptações).

Em relação ao trecho “a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo”, marque a alternativa que indica a forma verbal em que se encontra o verbo “escrevendo”.

 

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2860669 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: AME Apucarana
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“Minha pobreza é quase sempre cômica. Ontem, por exemplo, a cozinheira veio avisar que era preciso comprar carne. Não sei se são todas, mas há sempre uma alegria no olhar da minha empregada quando a carne se acaba. Uma vitória, nos olhos dela, quando vem dizer que a carne se acabou. A carne, o feijão, o arroz, seja o que for. Meu dinheiro, ontem, era zero, e como não tenho conta no açougue, tive que fazer demorado discurso explicando a necessidade que o homem tem de comer macarrões. Por que ela estava com as pernas inchadas? Porque só comia carne, carne, carne.

O organismo pede mais talharim! Tudo isto porque a padaria vende talharim e me deixa pagar de trinta em trinta dias. O médico é contra os meus cigarros e me proibiu passar de oito. Os oito permitidos, com mais oito que fumo escondido, são dezesseis. Dá para viver. Ou para morrer, sei lá. Então, um ‘cardiocolega’ me aconselhou a fumar o cachimbo. Diz que a gente bota o cachimbo na boca, fica escrevendo, o cachimbo apaga, a gente acende, ele apaga... Fica-se nisso e o dia passa, com apenas uma carga de bom fumo inglês. Fui ver um cachimbo. Custa quarenta mil cruzeiros um cachimbo Dunhill. Recuei. Ao chegar em casa, recebi telefonema de um amigo, dizendo que ia a Londres. Veio aquela coragem e lhe pedi que me trouxesse um Dunhill de até quinze dólares. Fiz as contas, com entusiasmo, e achei que podia. Agora o homem está para chegar, e cadê os quinze dólares? Claro, pode esperar, mas e minha palavra de pobre soberbo? Não sei por que esse amigo vai voltar já, se Londres está tão linda, envolta na bruma deste fim de inverno! E se ficasse uns dias em Paris? As desconjunturas da pobreza incomodam um pouco, mas são engraçadas. Minha vida perderia os encantos se minha geladeira estivesse sempre cheia de carne e se, sobre esta mesa, houvesse cinco ou seis cachimbos”. (Página de um diário, Antônio Maria, com adaptações).

Com base no texto, pode-se afirmar que o seu autor:

 

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