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O antropólogo inglês Peter Gow tem uma vasta trajetória de
pesquisa com o grupo indígena amazônico Piro. Em um artigo
intitulado “O parentesco como consciência humana: o caso dos
Piro”, Gow afirma:
“(…) analiso o sistema de parentesco dos Piro da Amazônia peruana como um sistema autopoiético, isto é, como um sistema que gera suas próprias condições de existência. Meu argumento é que o parentesco piro emerge espontaneamente do interior das estruturas da consciência humana (…)” (Gow, P.. (1997). O parentesco como consciência humana: o caso dos piro. Mana, 3(2), 39–65.)
A proposta de Peter Gow está alinhada com a de outros autores da etnologia contemporânea. Para esses autores, o modo de organização do parentesco dos grupos amazônicos são determinados
“(…) analiso o sistema de parentesco dos Piro da Amazônia peruana como um sistema autopoiético, isto é, como um sistema que gera suas próprias condições de existência. Meu argumento é que o parentesco piro emerge espontaneamente do interior das estruturas da consciência humana (…)” (Gow, P.. (1997). O parentesco como consciência humana: o caso dos piro. Mana, 3(2), 39–65.)
A proposta de Peter Gow está alinhada com a de outros autores da etnologia contemporânea. Para esses autores, o modo de organização do parentesco dos grupos amazônicos são determinados
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Em 11 de dezembro de 2014, a matéria intitulada "Vinte litros de
chá do Santo Daime são apreendidos em aeroporto do RJ”
estampou a página do Portal G1. Diz um trecho da matéria:
“Vinte litros de chá do Santo Daime, que contém a substância alucinógena ayahuasca e é usado em rituais religiosos, foram apreendidos pela Receita Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta quarta-feira (10), no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão”.
Esse episódio evidenciou uma controvérsia cultural entre a Lei de Drogas e os usos tradicionais da ayahuasca. Entre as estratégias políticas de grupos indígenas contra a criminalização de sua prática ritual, é correto citar
“Vinte litros de chá do Santo Daime, que contém a substância alucinógena ayahuasca e é usado em rituais religiosos, foram apreendidos pela Receita Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta quarta-feira (10), no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão”.
Esse episódio evidenciou uma controvérsia cultural entre a Lei de Drogas e os usos tradicionais da ayahuasca. Entre as estratégias políticas de grupos indígenas contra a criminalização de sua prática ritual, é correto citar
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No livro “Os ritos de passagem”, Arnold Van Gennep distingue os
ritos de passagem em três categorias: ritos de separação, ritos de
margem e ritos de agregação.
Na segunda metade do século XX, um antropólogo britânico retomou o diálogo com Van Gennep e tornou-se um dos nomes mais expoentes dos estudos dos rituais.
Esse autor foi
Na segunda metade do século XX, um antropólogo britânico retomou o diálogo com Van Gennep e tornou-se um dos nomes mais expoentes dos estudos dos rituais.
Esse autor foi
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“Contra seu jovem adversário, ele sustentou veementemente que
o social não era um domínio especial da realidade, e sim um
princípio de conexões; que não havia motivo para separar o social
de outras associações (...)”. (Latour, Bruno. Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede. Salvador:
EDUFBA, 2012, p.33)
No livro “Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede”, Bruno Latour estabelece uma distinção entre a sociologia do social e a sociologia das associações. Para elaborar sua proposta teórico-metodológica, Bruno Latour critica um autor clássico e dialoga com outro.
Esses autores são, respectivamente,
No livro “Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede”, Bruno Latour estabelece uma distinção entre a sociologia do social e a sociologia das associações. Para elaborar sua proposta teórico-metodológica, Bruno Latour critica um autor clássico e dialoga com outro.
Esses autores são, respectivamente,
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É famosa a formulação do antropólogo estadunidense Roy Wagner
de que “a antropologia é o estudo do homem como se houvesse
cultura”.
Com essa proposição, o autor se refere à
Com essa proposição, o autor se refere à
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Na segunda metade do século XX, a antropologia estadunidense
foi renovada, entre outras, pelas contribuições do que ficou
conhecido como virada interpretativista. Nessa perspectiva,
estimulou-se a produção de etnografias como uma "descrição
densa" das realidades estudadas.
Assinale a opção que indica o nome do autor da virada interpretativista que disseminou a ideia da etnografia como descrição densa.
Assinale a opção que indica o nome do autor da virada interpretativista que disseminou a ideia da etnografia como descrição densa.
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“O que sempre vemos e encontramos pode ser familiar mas não é
necessariamente conhecido e o que não vemos e encontramos
pode ser exótico mas, até certo ponto, conhecido”. (Velho, Gilberto. Observando o familiar. In: NUNES, Edson de Oliveira (org.).
“A aventura sociológica: objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa
social”. RJ: Zahar, 1978, p.126).
Neste trecho, Gilberto Velho discute a seguinte premissa do trabalho etnográfico:
Neste trecho, Gilberto Velho discute a seguinte premissa do trabalho etnográfico:
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“Torna-se necessário conceber a etnografia não como a
experiência e a interpretação de uma "outra" realidade
circunscrita, mas sim como uma negociação construtiva
envolvendo pelo menos dois (...) sujeitos conscientes e
politicamente significativos. Paradigmas de experiência e
interpretação estão dando lugar a paradigmas discursivos de
diálogo e polifonia.” (Clifford, James. A experiência etnográfica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998, p.41).
Neste trecho, o antropólogo James Clifford está propondo uma reflexão sobre
Neste trecho, o antropólogo James Clifford está propondo uma reflexão sobre
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O texto “Análise de uma situação social na Zululândia”, de Max
Gluckman, é considerado precursor da seguinte escola da
Antropologia Social:
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“Em toda e qualquer sociedade nacional moderna é possível
identificar a existência de modalidades de discurso de patrimônio
em competição para representar com autenticidade a identidade e
a memória da coletividade. Esses discursos de opõem entre si e
disputam lugares de legitimidade. No contexto brasileiro, esses
discursos assumiram, esquematicamente falando, duas
modalidades: uma delas, a que estou chamando de ‘discurso da
monumentalidade’; a outra a que poderíamos nomear como
"discurso do cotidiano”. (Gonçalves, José Reginaldo. Monumentalidade e cotidiano: os patrimônios culturais
como gênero de discurso". In: Lippi, Lucia. Cidade: História e Desafio. Rio de Janeiro:
FGV Editora, 2002, p.117)
A partir da relação dialógica entre monumentalidade-cotidiano, o professor da UFRJ José Reginaldo Gonçalves discute as seguintes oposições centrais nas narrativas do patrimônio.
A partir da relação dialógica entre monumentalidade-cotidiano, o professor da UFRJ José Reginaldo Gonçalves discute as seguintes oposições centrais nas narrativas do patrimônio.
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