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Foram encontradas 60 questões.

520496 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Para dar o salto que se impõe no limiar do novo

milênio, não podemos mais conviver com o analfabetismo e o

semianalfabetismo em massa. É uma pobre ilusão achar que o

mero consumo de quinquilharias vai nos fazer modernos, se

nossas crianças continuarem passando pela escola sem absorver

o mínimo indispensável de conhecimento para viver no ritmo

da modernidade.

Fernando Henrique Cardoso, In: João Bosco Bezerra Bonfim, Op. cit., p. 412 (com adaptações).

O emprego da palavra “quinquilharias”, no segundo período, confere ao texto
 

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520491 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Sucede que na publicação dos discursos há o uso de

imprimir entre parênteses a palavra “lê” quando o orador lê

alguma coisa. Para as pessoas que estão na galeria, é inútil

trazer o que o orador leu, porque essas ouviram tudo; mas

como nem todos os contribuintes estão na galeria (ao

contrário!), a consequência é que a maior parte fica sem saber

o que é que se leu, e, portanto, sem perceber a força da

argumentação, isso com prejuízo dos próprios oradores.

Não há dúvida que esse uso economiza papel de

impressão e tempo de copiar; mas eu, contribuinte e eleitor,

não gosto de economias na publicação dos debates. Uma vez

que esses se imprimem, é indispensável que saiam completos

para que eu os entenda. Posso ser paralítico, preguiçoso, morar

fora, e tenho o direito de saber o que é que se lê nas câmaras.

Se algum membro ou ex-membro do Congresso me lê, espero

que providencie de modo que, para o ano, eu possa ler o que se

ler, sem ir passar os meus dias na galeria do Congresso.

Machado de Assis. Op. cit., p. 72 -4 (com adaptações).

No início do segundo parágrafo, a expressão “esse uso” é elemento coesivo que retoma de forma anafórica o antecedente
 

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520489 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Sucede que na publicação dos discursos há o uso de

imprimir entre parênteses a palavra “lê” quando o orador lê

alguma coisa. Para as pessoas que estão na galeria, é inútil

trazer o que o orador leu, porque essas ouviram tudo; mas

como nem todos os contribuintes estão na galeria (ao

contrário!), a consequência é que a maior parte fica sem saber

o que é que se leu, e, portanto, sem perceber a força da

argumentação, isso com prejuízo dos próprios oradores.

Não há dúvida que esse uso economiza papel de

impressão e tempo de copiar; mas eu, contribuinte e eleitor,

não gosto de economias na publicação dos debates. Uma vez

que esses se imprimem, é indispensável que saiam completos

para que eu os entenda. Posso ser paralítico, preguiçoso, morar

fora, e tenho o direito de saber o que é que se lê nas câmaras.

Se algum membro ou ex-membro do Congresso me lê, espero

que providencie de modo que, para o ano, eu possa ler o que se

ler, sem ir passar os meus dias na galeria do Congresso.

Machado de Assis. Op. cit., p. 72 -4 (com adaptações).

Nos trechos: “contribuinte e eleitor” (ℓ.10) e “Posso ser paralítico, preguiçoso, morar fora, e tenho o direito de saber o que é que se lê nas câmaras” (ℓ.13-14), percebe-se o uso do recurso estilístico denominado
 

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520488 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Notas taquigráficas possibilitam ao cidadão acesso rápido ao trabalho do Senado Federal

Dia de sessão em plenário. Um senador acaba de

concluir o seu discurso de vinte minutos. Em seguida, na

página do Senado na Internet, já se pode ter acesso ao trecho

inicial do texto. Dentro de mais quinze ou vinte minutos, em

média, a transcrição integral do pronunciamento já estará

disponível. Para grande parte dos usuários, toda essa agilidade

na divulgação se justifica pelo emprego da tecnologia

disponível nos dias atuais. Poucos sabem, no entanto, que, por

trás dessa rapidez, também está o trabalho de profissionais que

utilizam um sistema criado há mais de dois mil anos: a

taquigrafia.

No Senado Federal, tudo o que ocorre no plenário e

nas comissões é registrado pelos taquígrafos. O registro do que

acontece no plenário da Casa é feito presencialmente e, dentro

de poucos minutos, o texto é publicado na Internet. Em geral,

o tempo necessário à transcrição de um pronunciamento feito

em plenário é menor, por exemplo, que o necessário para a

transcrição de um texto de um arquivo de áudio. Já a

publicação dos pronunciamentos proferidos em comissões pode

levar alguns dias, visto que muitas delas se reúnem em horários

coincidentes.

Todo esse trabalho — para se ter uma ideia, somente

em maio de 2011, foram 352 horas, o equivalente a mais de

quatorze dias inteiros, de pronunciamentos, distribuídos entre

o plenário e as comissões —, é realizado por uma equipe de

pouco mais de sessenta taquígrafos. Divididos em dois turnos,

eles cobrem o período das 8 h 30 min até o fim dos trabalhos

no plenário, que muitas vezes tem passado das 22 h.

O trabalho realizado no Senado se destaca com

relação ao dos parlamentos de outros países. Em Portugal, por

exemplo, a grande maioria das comissões não disponibiliza os

textos para o cidadão. No Japão, o uso de programas que

captam a voz e a transformam em texto está sendo implantado.

No Senado brasileiro, já foram realizadas reuniões

para discutir essa possibilidade, mas algumas dificuldades

fazem que o uso dessa tecnologia seja inviável.

Ainda assim, a inovação tecnológica tem contribuído

significativamente para a maior agilidade na oferta da nota

taquigráfica ao cidadão.

Isabela Vilar. Internet: www.senado.gov.br (com adaptações).

Considerando a voz dos verbos empregados no texto, assinale a opção correta.
 

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520487 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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O que há de política? É a pergunta que naturalmente ocorre a todos, e a que me fará o meu leitor, se não é ministro. O silêncio é a resposta. Não há nada, absolutamente nada. A tela da atualidade política é uma paisagem uniforme; nada a perturba, nada a modifica. Dissera-se um país onde o povo só sabe que existe politicamente quando ouve o fisco bater-lhe à porta.

O que dá razão a este marasmo? Causas gerais e causas especiais (...)

Não se admire, portanto, o leitor se não lhe dou notícias políticas. Política, como eu e meu leitor entendemos, não há. E devia agora exigir-se de um melro o alcance do olhar da águia e o rasgado do seu voo? Além de ilógico seria crueldade. Estamos muito bem assim.

Machado de Assis. Op. cit., p. 55 e 59 (com adaptações).

No texto acima, o trecho: “E devia agora exigir-se de um melro o alcance do olhar da águia e o rasgado do seu voo?”, ao final do segundo parágrafo, é expressão metafórica e permite inferir que, na opinião do autor, os políticos
 

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520486 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Notas taquigráficas possibilitam ao cidadão acesso rápido ao trabalho do Senado Federal

Dia de sessão em plenário. Um senador acaba de

concluir o seu discurso de vinte minutos. Em seguida, na

página do Senado na Internet, já se pode ter acesso ao trecho

inicial do texto. Dentro de mais quinze ou vinte minutos, em

média, a transcrição integral do pronunciamento já estará

disponível. Para grande parte dos usuários, toda essa agilidade

na divulgação se justifica pelo emprego da tecnologia

disponível nos dias atuais. Poucos sabem, no entanto, que, por

trás dessa rapidez, também está o trabalho de profissionais que

utilizam um sistema criado há mais de dois mil anos: a

taquigrafia.

No Senado Federal, tudo o que ocorre no plenário e

nas comissões é registrado pelos taquígrafos. O registro do que

acontece no plenário da Casa é feito presencialmente e, dentro

de poucos minutos, o texto é publicado na Internet. Em geral,

o tempo necessário à transcrição de um pronunciamento feito

em plenário é menor, por exemplo, que o necessário para a

transcrição de um texto de um arquivo de áudio. Já a

publicação dos pronunciamentos proferidos em comissões pode

levar alguns dias, visto que muitas delas se reúnem em horários

coincidentes.

Todo esse trabalho — para se ter uma ideia, somente

em maio de 2011, foram 352 horas, o equivalente a mais de

quatorze dias inteiros, de pronunciamentos, distribuídos entre

o plenário e as comissões —, é realizado por uma equipe de

pouco mais de sessenta taquígrafos. Divididos em dois turnos,

eles cobrem o período das 8 h 30 min até o fim dos trabalhos

no plenário, que muitas vezes tem passado das 22 h.

O trabalho realizado no Senado se destaca com

relação ao dos parlamentos de outros países. Em Portugal, por

exemplo, a grande maioria das comissões não disponibiliza os

textos para o cidadão. No Japão, o uso de programas que

captam a voz e a transformam em texto está sendo implantado.

No Senado brasileiro, já foram realizadas reuniões

para discutir essa possibilidade, mas algumas dificuldades

fazem que o uso dessa tecnologia seja inviável.

Ainda assim, a inovação tecnológica tem contribuído

significativamente para a maior agilidade na oferta da nota

taquigráfica ao cidadão.

Isabela Vilar. Internet: www.senado.gov.br (com adaptações).

Com relação à frase que intitula o texto — “Notas taquigráficas possibilitam ao cidadão acesso rápido ao trabalho do Senado Federal”—, assinale a opção correta.
 

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520485 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Histórico e contextualização da taquigrafia

A palavra taquigrafia origina-se dos termos gregos

tachys (rápido) e graphein (escrever), significando, portanto,

escrita rápida. É considerada uma técnica profissional que

exige de quem a executa determinadas condições físicas,

mentais e intelectuais, além de muita prática para o seu perfeito

domínio. Taquigrafar é escrever tão depressa quanto se fala,

por meio de sinais (taquigramas) e abreviaturas.

Os hebreus atribuem a si a invenção da taquigrafia,

alegando que, em citações feitas por Davi, no Salmo 44, há

menção à pena de um escritor veloz. Os gregos, por sua vez,

querem a primazia da invenção da taquigrafia. O filósofo e

general ateniense Xenofonte, em 300 a.C., utilizava um sistema

de escrita abreviada. Marcus Tullius Tiro, escravo liberto e

secretário de Cícero, criou, no ano 70 a.C., as Notas

Tironianas, provavelmente adaptadas de um sistema

taquigráfico grego, e as utilizou no parlamento romano. Tiro

deve ter concluído que, para uma verdadeira taquigrafia, havia

necessidade de maior brevidade dos sinais para se alcançar

maior velocidade. A ideia básica era, portanto, simplificar

para dar velocidade. Importante, também, era a posterior

legibilidade dos registros. Mas como coletar as oratórias de

forma rápida e legível? Quais eram os instrumentos de trabalho

dos taquígrafos antigos? Aqui convém lembrar que o lápis só

apareceu após a descoberta das minas de grafite na Grã-

Bretanha, na metade do século XVII. A pena de aço foi

inventada na metade do século XVIII. E a caneta esferográfica

foi inventada por Laszlo Joseph Biro somente em 1943. Além

disso, na época dos romanos não existia o papel, que só seria

fabricado séculos mais tarde.

Giulietti (1950) descreve que os romanos

taquigrafavam em tabuletas e usavam, em vez de lápis, um

ponteiro. A tabuleta era constituída de duas tábuas

retangulares, de madeira ou de marfim, com uma pequena

margem elevada ao longo dos quatro lados. A parte central,

rebaixada em relação às margens, era recoberta com cera, sobre

a qual se escrevia com um ponteiro de metal, osso ou marfim.

O ponteiro tinha, de um lado, uma ponta aguda, com a qual se

escrevia na cera, e, do outro, o formato de uma espátula, que

era usada para se apagar o que estava escrito, alisando a cera.

As tabuletas também podiam ser revestidas com cal, sobre a

qual se escrevia com uma tinta negra. Várias tabuletas podiam

ser unidas com cordazinhas, que serviam de dobradiças,

formando, dessa forma, um livreto com certo número de

páginas. Havia escravos que eram encarregados de entregar as

tabuletas aos taquígrafos. No momento em que terminava de

escrever em uma tabuleta, o taquígrafo já recebia outra tábula

rasa, tabuleta com a cera alisada. A tabuleta escrita era levada,

então, por um escravo e entregue aos librarii, que traduziam e

recopiavam tudo por extenso. O texto assim traduzido era

depois entregue aos oradores para uma revisão. Em seguida,

era passado a limpo em pergaminhos ou papiros e publicado.

Wladimir Jatobá de Menezes et al. Ambiente de trabalho em taquigrafia: tarefas, atividades, estratégias operatórias e custo humano da atividade. In: Ação Ergonômica, Rio de Janeiro, v. 3, n./ 1, p. 1-17, 2007. Internet: www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br/ (com adaptações).

Com relação ao emprego da palavra “que”, assinale a opção correta.
 

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520484 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Poucos escritores terão acompanhado com tanto interesse e tanta acuidade a vida política brasileira como Machado de Assis. Nada lhe escapou. A pena do cronista, ou a pena do romancista e do contista, esteve sempre vigilante, não propriamente para combater, como os políticos exaltados, mas para esclarecer, para opinar. Para ser um estadista só faltou a ele o exercício da política, na Câmara, no Senado, no Ministério. Ele seria brilhante como soube ser no plano das letras. Certamente teria sido um grande estadista no plano da vida política efetiva, com a sua ampla visão do mundo.

Não farei uma afirmação temerária ao escrever que a história da política nacional não pode ser escrita, no espaço compreendido pela vida de Machado de Assis, sem o testemunho do mestre de Dom Casmurro. E com esta vantagem superior: ele pôs a compreensão no lugar da paixão, sempre que analisou um problema, retratou um político ou definiu uma situação, no curso de nossa história política.

José Sarney, In: Machado de Assis. O velho Senado. Brasília: Edições do Senado Federal, vol. 37, 2004, p. 15-6 (com adaptações)

Depreende-se das informações e afirmações do texto que o propósito do autor é
 

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520483 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

Evaristo de Moraes, com aautoridade de quem foi não

apenas republicano histórico, mas ativomembro da propaganda

republicana, ao relembrar as mais remotas origens do

movimento republicano no Brasil — não das ideias

republicanas, cujas primeiras manifestações são encontráveis

ainda na colônia, mas do movimento republicano organizado

—, declarou que foi a frustração que a inopinada troca de

gabinetes em 1869, com o completo desrespeito das regras

então vigentes, impôs aos membros mais radicais do partido

liberal que levou à cisão desse partido, dando origem tanto ao

partido liberal radical quanto ao partido republicano. As regras

do jogo tinham sido quebradas pelo monarca, o regime havia

perdido sua credibilidade.

José T. M. Menck. A crise política de 1868 e a gênese do Manifesto Republicano de 1870. In: Cadernos Aslegis, 37, maio/agosto 2009, p. 39-40 (com adaptações).

Depreende-se das ideias do texto que
 

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520482 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

O nascimento da ética do político

Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram

as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem

adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles

foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor

platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que

os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi

maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca

no imaginário social.

O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem

características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.

Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.

Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele

pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça

contradizer o resto da vida e obra do autor.

Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,

passou anos escrevendo uma grande obra republicana —

Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores

pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em

poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de

agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por

isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de

apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os

fins justificam os meios ou mostra a essência da política?

Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,

uma secreta harmonia?

Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).

A respeito da organização das ideias no texto e de elementos linguísticos nele presentes, assinale a opção correta.
 

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