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Outro desequilíbrio bem caracterizado no Transtorno Depressivo
Maior é a hiperatividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.
A consequência dessa maior atividade é o aumento dos níveis do cortisol, hormônio associado a resposta para situações de estresse.
Sobre esse hormônio, assinale a afirmativa correta.
A consequência dessa maior atividade é o aumento dos níveis do cortisol, hormônio associado a resposta para situações de estresse.
Sobre esse hormônio, assinale a afirmativa correta.
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Em razão do uso de 1,3 bisfosfoglicerato para a produção de
2,3 bisfosfoglicerato, há alteração no metabolismo energético de
eritrócitos relacionado ao consumo de monossacarídeos.
Assinale a opção que indica uma consequência desse desvio.
Assinale a opção que indica uma consequência desse desvio.
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A pressão parcial de oxigênio atmosférico em altitudes elevadas é
reduzida, dificultando a captação eficiente de oxigênio pelos
pulmões e seu transporte pela hemoglobina.
Para regular a atividade da hemoglobina, o organismo humano ativa mecanismos adaptativos. Um deles se dá pela via de Rapoport-Luebering, presente em eritrócitos.
Nessa via ocorre a produção de 2,3 bisfosfoglicerato a partir de 1,3 bisfosfoglicerato, o que resulta em
Para regular a atividade da hemoglobina, o organismo humano ativa mecanismos adaptativos. Um deles se dá pela via de Rapoport-Luebering, presente em eritrócitos.
Nessa via ocorre a produção de 2,3 bisfosfoglicerato a partir de 1,3 bisfosfoglicerato, o que resulta em
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Paciente do sexo masculino, 83 anos, portador de demência senil
avançada, possui histórico de internação hospitalar recente (há 3
semanas) por pneumonia associada a cuidados de saúde (PACS),
tratada com sucesso por 10 dias com piperacilina/tazobactam.
Hoje, deu entrada na emergência apresentando quadro de tosse
produtiva com secreção purulenta, dispneia progressiva e
rebaixamento agudo do nível de consciência (Escala de Coma de
Glasgow 10).
Ao exame físico, observou-se taquipneia (FR: 28 irpm); taquicardia (FC: 115 bpm); hipotensão (PA: 80 x 45 mmHg) e ausculta pulmonar com roncos difusos e crepitantes em base direita. O paciente está febril (Tax: 38,9 °C).
Exames Laboratoriais na Admissão:
• Leucócitos totais: 22.000/mm³ (VR: 4.000-10.000/mm³);
• Neutrófilos: 88% (VR: 40-70%);
• Bastões: 12% (VR: 0-5%);
• Creatinina sérica: 1,8 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL) - basal conhecida de 1,0 mg/dL;
• Ureia: 90 mg/dL (VR: 15-45 mg/dL);
• Sódio: 132 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L);
• Potássio: 5,5 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L);
• Proteína C-Reativa (PCR): 180 mg/L (VR: < 5 mg/L); e
• Procalcitonina (PCT): 5,2 ng/mL (VR: < 0,1 ng/mL).
Quanto à avaliação do caso acima, analise as afirmativas a seguir.
I. A piperacilina/tazobactam atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana. Os efeitos adversos mais relevantes seriam a nefrotoxicidade e a neurotoxicidade, comuns em idosos e exacerbados pela disfunção renal. A infecção atual se deve provavelmente a bactérias Gram-negativas multirresistentes, como Pseudomonas aeruginosa ou Klebsiella pneumoniae produtoras de ESBL, devido à internação prévia e uso recente de antibióticos de amplo espectro.
II. A piperacilina/tazobactam age desorganizando a membrana citoplasmática bacteriana, levando à lise celular. Os efeitos adversos mais relevantes seriam a ototoxicidade e a nefrotoxicidade, comuns em idosos. A infecção atual é provavelmente causada por bactérias Gram-positivas multirresistentes, como Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), devido à internação prévia.
III. A piperacilina/tazobactam inibe a síntese proteica bacteriana ao se ligar à subunidade 50S do ribossomo. Os efeitos adversos mais preocupantes seriam a mielossupressão e a cardiotoxicidade. A infecção atual é provavelmente viral, dada a ausência de melhora com antibiótico, e a presença de biomarcadores elevados é inespecífica.
Quanto à avaliação do caso, está correto o que se afirma em
Ao exame físico, observou-se taquipneia (FR: 28 irpm); taquicardia (FC: 115 bpm); hipotensão (PA: 80 x 45 mmHg) e ausculta pulmonar com roncos difusos e crepitantes em base direita. O paciente está febril (Tax: 38,9 °C).
Exames Laboratoriais na Admissão:
• Leucócitos totais: 22.000/mm³ (VR: 4.000-10.000/mm³);
• Neutrófilos: 88% (VR: 40-70%);
• Bastões: 12% (VR: 0-5%);
• Creatinina sérica: 1,8 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL) - basal conhecida de 1,0 mg/dL;
• Ureia: 90 mg/dL (VR: 15-45 mg/dL);
• Sódio: 132 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L);
• Potássio: 5,5 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L);
• Proteína C-Reativa (PCR): 180 mg/L (VR: < 5 mg/L); e
• Procalcitonina (PCT): 5,2 ng/mL (VR: < 0,1 ng/mL).
Quanto à avaliação do caso acima, analise as afirmativas a seguir.
I. A piperacilina/tazobactam atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana. Os efeitos adversos mais relevantes seriam a nefrotoxicidade e a neurotoxicidade, comuns em idosos e exacerbados pela disfunção renal. A infecção atual se deve provavelmente a bactérias Gram-negativas multirresistentes, como Pseudomonas aeruginosa ou Klebsiella pneumoniae produtoras de ESBL, devido à internação prévia e uso recente de antibióticos de amplo espectro.
II. A piperacilina/tazobactam age desorganizando a membrana citoplasmática bacteriana, levando à lise celular. Os efeitos adversos mais relevantes seriam a ototoxicidade e a nefrotoxicidade, comuns em idosos. A infecção atual é provavelmente causada por bactérias Gram-positivas multirresistentes, como Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), devido à internação prévia.
III. A piperacilina/tazobactam inibe a síntese proteica bacteriana ao se ligar à subunidade 50S do ribossomo. Os efeitos adversos mais preocupantes seriam a mielossupressão e a cardiotoxicidade. A infecção atual é provavelmente viral, dada a ausência de melhora com antibiótico, e a presença de biomarcadores elevados é inespecífica.
Quanto à avaliação do caso, está correto o que se afirma em
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No epitélio do trato respiratório e intestinal, existem células
especializadas cuja principal função é a produção e secreção de
muco. Esse muco atua como barreira física e imunológica,
contribuindo para a proteção do organismo contra agentes
patogênicos e partículas estranhas, além de compor o transporte
mucociliar.
Assinale a opção que indica o nome destas células.
Assinale a opção que indica o nome destas células.
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Paciente do sexo masculino, 55 anos, diagnosticado com câncer de
pulmão de pequenas células (CPPC) em estágio avançado, iniciou
o primeiro ciclo de quimioterapia com cisplatina (75 mg/m²) e
etoposídeo.
Antes do início do tratamento, sua função renal era normal, com creatinina sérica de 0,9 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL) e taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 95 mL/min/1,73m². Foi realizada hidratação pré e pós-quimioterapia conforme protocolo. No terceiro dia após a infusão da cisplatina, o paciente começou a apresentar oligúria e os exames laboratoriais revelaram:
• Creatinina sérica: 2,5 mg/dL;
• Ureia: 80 mg/dL (VR: 15-45 mg/dL);
• Eletrólitos: Sódio 130 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L);
• Potássio 5,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L);
• Magnésio 1,2 mg/dL (VR: 1,7-2,2 mg/dL); e
• Análise de urina: presença de cilindros granulosos e células tubulares renais.
Após a análise dos resultados e baseado nos conhecimentos farmacológicos dos quimioterápicos, é correto concluir que a cisplatina
Antes do início do tratamento, sua função renal era normal, com creatinina sérica de 0,9 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL) e taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 95 mL/min/1,73m². Foi realizada hidratação pré e pós-quimioterapia conforme protocolo. No terceiro dia após a infusão da cisplatina, o paciente começou a apresentar oligúria e os exames laboratoriais revelaram:
• Creatinina sérica: 2,5 mg/dL;
• Ureia: 80 mg/dL (VR: 15-45 mg/dL);
• Eletrólitos: Sódio 130 mEq/L (VR: 135-145 mEq/L);
• Potássio 5,8 mEq/L (VR: 3,5-5,0 mEq/L);
• Magnésio 1,2 mg/dL (VR: 1,7-2,2 mg/dL); e
• Análise de urina: presença de cilindros granulosos e células tubulares renais.
Após a análise dos resultados e baseado nos conhecimentos farmacológicos dos quimioterápicos, é correto concluir que a cisplatina
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Paciente do sexo feminino, 67 anos, com histórico de Diabetes
Mellitus tipo 2 mal controlado, e infecções do trato urinário (ITU)
de repetição.
Apresentou-se ao pronto-socorro com disúria, polaciúria, dor suprapúbica e febre (38,9°C). A análise de urina tipo 1 revelou piúria e nitritos positivos. Uma urocultura foi coletada e o tratamento empírico foi iniciado com ciprofloxacino 500 mg, via oral, a cada 12 horas. Após 48 horas, a paciente não apresentou melhora clínica e a febre persiste.
O resultado da urocultura identificou Escherichia coli com a seguinte sensibilidade no antibiograma:
Adicionalmente, o laboratório informou que o isolado é positivo para a produção de Betalactamase de Espectro Estendido (ESBL), confirmada por teste fenotípico.
Sobre o caso apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. A falha do ciprofloxacino ocorreu devido à sua baixa penetração no trato urinário. A E. coli produtora de ESBL é resistente a todas as cefalosporinas e carbapenêmicos. A melhor opção terapêutica seria um aminoglicosídeo, como a gentamicina, devido ao seu mecanismo de ação na síntese proteica bacteriana.
II. O ciprofloxacino falhou porque a E. coli desenvolveu resistência a ele, apesar do antibiograma indicar sensibilidade, o que é comum em infecções por ESBL. A ESBL inativa penicilinas e cefalosporinas, mas não carbapenêmicos. A classe de antibióticos de escolha para ESBL são os carbapenêmicos, como o meropenem, devido à sua estabilidade frente a essas enzimas.
III. A falha do ciprofloxacino, apesar da sensibilidade in vitro, é um fenômeno conhecido como resistência fenotípica não detectada pelo antibiograma padrão. A ESBL inativa apenas penicilinas. O tratamento de escolha seria a vancomicina, pois atua na parede celular bacteriana, um mecanismo diferente.
Está correto o que se afirma em
Apresentou-se ao pronto-socorro com disúria, polaciúria, dor suprapúbica e febre (38,9°C). A análise de urina tipo 1 revelou piúria e nitritos positivos. Uma urocultura foi coletada e o tratamento empírico foi iniciado com ciprofloxacino 500 mg, via oral, a cada 12 horas. Após 48 horas, a paciente não apresentou melhora clínica e a febre persiste.
O resultado da urocultura identificou Escherichia coli com a seguinte sensibilidade no antibiograma:
Adicionalmente, o laboratório informou que o isolado é positivo para a produção de Betalactamase de Espectro Estendido (ESBL), confirmada por teste fenotípico.
Sobre o caso apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. A falha do ciprofloxacino ocorreu devido à sua baixa penetração no trato urinário. A E. coli produtora de ESBL é resistente a todas as cefalosporinas e carbapenêmicos. A melhor opção terapêutica seria um aminoglicosídeo, como a gentamicina, devido ao seu mecanismo de ação na síntese proteica bacteriana.
II. O ciprofloxacino falhou porque a E. coli desenvolveu resistência a ele, apesar do antibiograma indicar sensibilidade, o que é comum em infecções por ESBL. A ESBL inativa penicilinas e cefalosporinas, mas não carbapenêmicos. A classe de antibióticos de escolha para ESBL são os carbapenêmicos, como o meropenem, devido à sua estabilidade frente a essas enzimas.
III. A falha do ciprofloxacino, apesar da sensibilidade in vitro, é um fenômeno conhecido como resistência fenotípica não detectada pelo antibiograma padrão. A ESBL inativa apenas penicilinas. O tratamento de escolha seria a vancomicina, pois atua na parede celular bacteriana, um mecanismo diferente.
Está correto o que se afirma em
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Paciente do sexo masculino, 58 anos, admitido na unidade de
terapia intensiva com quadro de choque séptico e lesão renal
aguda (LRA) oligúrica.
Os exames laboratoriais iniciais revelam:
• Creatinina sérica 4,2 mg/dL (basal 1,1 mg/dL);
• Ureia 120 mg/dL;
• Sódio sérico 130 mEq/L;
• Potássio sérico 5,8 mEq/L;
• Osmolaridade plasmática 275 mOsm/kg H2O; e
• A diurese nas últimas 6 horas foi de 50 mL.
A equipe médica iniciou medidas de ressuscitação volêmica e vasopressores. A análise da urina revelou uma osmolaridade urinária de 350 mOsm/kg H2O e uma baixa concentração de sódio urinário (10 mEq/L).
Sobre o caso clínico relatado, assinale a opção que apresenta o diagnóstico correto.
Os exames laboratoriais iniciais revelam:
• Creatinina sérica 4,2 mg/dL (basal 1,1 mg/dL);
• Ureia 120 mg/dL;
• Sódio sérico 130 mEq/L;
• Potássio sérico 5,8 mEq/L;
• Osmolaridade plasmática 275 mOsm/kg H2O; e
• A diurese nas últimas 6 horas foi de 50 mL.
A equipe médica iniciou medidas de ressuscitação volêmica e vasopressores. A análise da urina revelou uma osmolaridade urinária de 350 mOsm/kg H2O e uma baixa concentração de sódio urinário (10 mEq/L).
Sobre o caso clínico relatado, assinale a opção que apresenta o diagnóstico correto.
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Paciente do sexo masculino, 60 anos, 75 kg, com histórico de
hipertensão arterial sistêmica controlada (em uso de losartana 50
mg/dia) e Diabetes Mellitus tipo 2 (em uso de metformina 850 mg
2x/dia), é agendado para uma colecistectomia laparoscópica
eletiva.
A avaliação pré-anestésica revela um paciente ASA II, sem outras comorbidades significativas. Durante a indução anestésica, após a administração de propofol e fentanil, o anestesiologista administra rocurônio 0,6 mg/kg IV para facilitar a intubação orotraqueal e proporcionar relaxamento muscular para a cirurgia. O monitoramento do bloqueio neuromuscular é realizado por aceleromiografia (TOF-Watch), com eletrodos posicionados no nervo ulnar e músculo adutor do polegar. Após a administração do rocurônio, observa-se um TOF (Train-of-Four) de 0/4 e PTC (PostTetanic Count) de 0, indicando um bloqueio neuromuscular profundo.
Ao final do procedimento, o anestesiologista decide reverter o bloqueio neuromuscular. É administrado sugamadex 2 mg/kg IV. O paciente é extubado e transferido para a sala de recuperação pósanestésica (SRPA). Na SRPA, após 30 minutos, o paciente apresenta queixas de fraqueza muscular generalizada, dificuldade para tossir eficazmente e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente, necessitando de suplementação de oxigênio. A equipe suspeita de bloqueio neuromuscular residual (BNMR).
Sobre o caso apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. A fraqueza muscular residual é decorrente de uma persistente redução na liberação de acetilcolina dos terminais nervosos pré-sinápticos, resultando em potenciais de placa motora submáximos e falha na propagação do potencial de ação muscular. A conduta mais precisa para confirmar essa disfunção seria a eletromiografia de fibra única para avaliar a transmissão neuromuscular, e o manejo envolveria o aumento da disponibilidade de cálcio no terminal pré-sináptico.
II. A dificuldade respiratória e a fraqueza generalizada são indicativas de uma disfunção nos canais de sódio voltagem-dependentes na membrana muscular, impedindo a despolarização adequada e a propagação do potencial de ação ao longo da fibra muscular. A conduta seria a realização de estudos de condução nervosa e eletroneuromiografia para identificar a patologia dos canais iônicos, e o manejo envolveria a estabilização da membrana muscular.
III. A fraqueza muscular residual é resultado da dessincronização entre a liberação de acetilcolina e a resposta dos receptores pós-sinápticos, levando a uma falha na transmissão do sinal excitatório para a fibra muscular. O monitoramento do TOF no adutor do polegar não reflete a recuperação funcional de músculos com diferentes limiares de ativação. A conduta mais precisa seria a avaliação da pressão inspiratória máxima (PIM), e o manejo envolveria otimizar a transmissão neuromuscular para garantir a força contrátil adequada.
Está correto o que se afirma em
A avaliação pré-anestésica revela um paciente ASA II, sem outras comorbidades significativas. Durante a indução anestésica, após a administração de propofol e fentanil, o anestesiologista administra rocurônio 0,6 mg/kg IV para facilitar a intubação orotraqueal e proporcionar relaxamento muscular para a cirurgia. O monitoramento do bloqueio neuromuscular é realizado por aceleromiografia (TOF-Watch), com eletrodos posicionados no nervo ulnar e músculo adutor do polegar. Após a administração do rocurônio, observa-se um TOF (Train-of-Four) de 0/4 e PTC (PostTetanic Count) de 0, indicando um bloqueio neuromuscular profundo.
Ao final do procedimento, o anestesiologista decide reverter o bloqueio neuromuscular. É administrado sugamadex 2 mg/kg IV. O paciente é extubado e transferido para a sala de recuperação pósanestésica (SRPA). Na SRPA, após 30 minutos, o paciente apresenta queixas de fraqueza muscular generalizada, dificuldade para tossir eficazmente e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente, necessitando de suplementação de oxigênio. A equipe suspeita de bloqueio neuromuscular residual (BNMR).
Sobre o caso apresentado, analise as afirmativas a seguir.
I. A fraqueza muscular residual é decorrente de uma persistente redução na liberação de acetilcolina dos terminais nervosos pré-sinápticos, resultando em potenciais de placa motora submáximos e falha na propagação do potencial de ação muscular. A conduta mais precisa para confirmar essa disfunção seria a eletromiografia de fibra única para avaliar a transmissão neuromuscular, e o manejo envolveria o aumento da disponibilidade de cálcio no terminal pré-sináptico.
II. A dificuldade respiratória e a fraqueza generalizada são indicativas de uma disfunção nos canais de sódio voltagem-dependentes na membrana muscular, impedindo a despolarização adequada e a propagação do potencial de ação ao longo da fibra muscular. A conduta seria a realização de estudos de condução nervosa e eletroneuromiografia para identificar a patologia dos canais iônicos, e o manejo envolveria a estabilização da membrana muscular.
III. A fraqueza muscular residual é resultado da dessincronização entre a liberação de acetilcolina e a resposta dos receptores pós-sinápticos, levando a uma falha na transmissão do sinal excitatório para a fibra muscular. O monitoramento do TOF no adutor do polegar não reflete a recuperação funcional de músculos com diferentes limiares de ativação. A conduta mais precisa seria a avaliação da pressão inspiratória máxima (PIM), e o manejo envolveria otimizar a transmissão neuromuscular para garantir a força contrátil adequada.
Está correto o que se afirma em
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M.S.S, um paciente de 68 anos, com diagnóstico recente de
fibrilação atrial não valvular, é iniciado em tratamento com
varfarina para prevenção de eventos tromboembólicos. O
paciente também faz uso crônico de amiodarona para controle do
ritmo cardíaco e omeprazol para doença do refluxo
gastroesofágico.
Após 7 dias de tratamento com varfarina, o INR do paciente, que era de 1.2 antes do início da varfarina, sobe para 6.5, e ele apresenta um pequeno hematoma espontâneo no braço. O médico suspeita de uma interação medicamentosa e considera a possibilidade de fatores genéticos que influenciam a resposta à varfarina.
Em relação ao caso, assinale a análise correta.
Após 7 dias de tratamento com varfarina, o INR do paciente, que era de 1.2 antes do início da varfarina, sobe para 6.5, e ele apresenta um pequeno hematoma espontâneo no braço. O médico suspeita de uma interação medicamentosa e considera a possibilidade de fatores genéticos que influenciam a resposta à varfarina.
Em relação ao caso, assinale a análise correta.
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