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Mariza Russo, na obra Fundamentos de biblioteconomia e ciência da informação (2010), afirma que a
biblioteconomia passou por uma grande mudança de orientação no início do século XIX, que consistiu
em:
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Entre os diversos aspectos a se considerar acerca da qualidade de serviço de informação, dois deles
se destacam porque norteiam a tomada de decisões. O primeiro é o planejamento, que é o ponto de
partida de todas as ações, atividades, projetos etc. promovidos pelas organizações.
Nesse sentido, [...] “identificar e coletar dados sobre serviços ou atividades [...]; identificar os públicos desses serviços [...]; desenvolver estudos relativos ao não-público dessas unidades de informação [...]” têm a função de produzir conhecimentos sobre a biblioteca e associa-se ao planejamento enquanto atividade de .
ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. rev. e ampl. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2005. p.12-13. (Adaptado)
O termo que completa corretamente a lacuna no trecho acima é:
Nesse sentido, [...] “identificar e coletar dados sobre serviços ou atividades [...]; identificar os públicos desses serviços [...]; desenvolver estudos relativos ao não-público dessas unidades de informação [...]” têm a função de produzir conhecimentos sobre a biblioteca e associa-se ao planejamento enquanto atividade de .
ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 2. ed. rev. e ampl. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2005. p.12-13. (Adaptado)
O termo que completa corretamente a lacuna no trecho acima é:
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Na Classificação Decimal Universal (CDU), pode-se usar sinais gráficos, com diferentes finalidades,
visando melhorar a representação temática dos recursos informacionais.
VIEIRA, Ronaldo. Introdução a teoria geral da biblioteconomia. Rio de Janeiro: Interciência, 2014, p. 87. (Adaptado)
Considere os sinais gráficos e as representações correspondentes:
I. ... usado quando datas não são indicadas;
II. + representação de dois ou mais conceitos consecutivos;
III. : quando há dois ou mais conceitos que se relacionam;
IV. / representação de dois ou mais conceitos não consecutivos;
V. [ ] usado como sinal de intercalação dos conceitos etc.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS os usos corretos dos sinais gráficos, conforme a CDU.
VIEIRA, Ronaldo. Introdução a teoria geral da biblioteconomia. Rio de Janeiro: Interciência, 2014, p. 87. (Adaptado)
Considere os sinais gráficos e as representações correspondentes:
I. ... usado quando datas não são indicadas;
II. + representação de dois ou mais conceitos consecutivos;
III. : quando há dois ou mais conceitos que se relacionam;
IV. / representação de dois ou mais conceitos não consecutivos;
V. [ ] usado como sinal de intercalação dos conceitos etc.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS os usos corretos dos sinais gráficos, conforme a CDU.
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Estruturado em 2 (duas) partes, além de apêndice e índice, o Código de Catalogação Anglo-Americano
(AACR2) apresenta na Parte I as regras para descrição de recursos informacionais impressos e em
multimeios das coleções de bibliotecas; dentre os multimeios chama-se a atenção para os manuscritos,
estudados no capítulo 4. A descrição deste e dos demais capítulos que compõem a Parte I “estabelece
um padrão que serve, ou que é comum a qualquer tipo de material e está dividida em 8 (oito) grandes
áreas, e cada uma delas é constituída de um determinado número de elementos [...]” (Ribeiro, 2012, p.
1-5).
RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em Marc 21., 5. ed. rev. e atual. Brasília, DF: Ed. Três em Um, 2012. (Adaptado).
Leve em consideração as informações, a seguir destacadas com letras maiúsculas: MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO, APRESENTADA À UNIVERSIDADE X, TERESINA (PI), ANO 2021. Essas informações contemplam a descrição de algumas das 08 (oito) áreas do AACR2 citado acima, dentre elas a “Área 4: publicação, distribuição etc.”.
No contexto da representação descritiva, em qual das alternativas abaixo consta APENAS a descrição apropriada à Área 4 do capítulo 4? (Ribeiro, 2012, p. 4-15).
RIBEIRO, Antonia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2R em Marc 21., 5. ed. rev. e atual. Brasília, DF: Ed. Três em Um, 2012. (Adaptado).
Leve em consideração as informações, a seguir destacadas com letras maiúsculas: MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO, APRESENTADA À UNIVERSIDADE X, TERESINA (PI), ANO 2021. Essas informações contemplam a descrição de algumas das 08 (oito) áreas do AACR2 citado acima, dentre elas a “Área 4: publicação, distribuição etc.”.
No contexto da representação descritiva, em qual das alternativas abaixo consta APENAS a descrição apropriada à Área 4 do capítulo 4? (Ribeiro, 2012, p. 4-15).
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Na representação temática dos documentos de bibliotecas, o uso de linguagem documentária ou de
termos extraídos do próprio documento é importante recurso utilizado pelo bibliotecário, indispensável
ao estabelecimento de palavras-chave representativas dos conteúdos documentais, visando à
recuperação da informação.
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Tradução de Antonio Agenor Briquet de Lemos. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2004. (Adaptado)
No âmbito da análise do conteúdo documental, Lancaster (2006, p. 68) refere-se à indexação como um “evidente processo”:
LANCASTER, F. W. Indexação e resumos: teoria e prática. Tradução de Antonio Agenor Briquet de Lemos. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2004. (Adaptado)
No âmbito da análise do conteúdo documental, Lancaster (2006, p. 68) refere-se à indexação como um “evidente processo”:
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Dentre os processos de comunicação oral e escrito, a ciência da informação infere sobre a existência de
diferenças entre os elementos formais e informais da comunicação da informação.
LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Tradução de Maria Yêda F. S. de Filgueiras Gomes. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2004. p.34. (Adaptado)
Com base no trecho acima, considere os itens:
I. redundância moderada;
II. informação relativamente velha;
III. redundância às vezes muito importante;
IV. ausência de interação direta;
V. direção do fluxo escolhida pelo produtor.
Assinale a alternativa que contenha APENAS elementos formais da informação.
LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Tradução de Maria Yêda F. S. de Filgueiras Gomes. 2. ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2004. p.34. (Adaptado)
Com base no trecho acima, considere os itens:
I. redundância moderada;
II. informação relativamente velha;
III. redundância às vezes muito importante;
IV. ausência de interação direta;
V. direção do fluxo escolhida pelo produtor.
Assinale a alternativa que contenha APENAS elementos formais da informação.
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Projetado para ambiente digital, o RDA (Recurso: Descrição e Acesso) consiste em diretrizes e
instruções sobre formulação de dados catalográficos, baseados numa estrutura teórica, representados
pelos modelos FRBR e FRAD. Do contexto dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos
(FRBR), que é identificado por três Grupos, cada qual com um conjunto de entidades representativas,
chama-se a atenção para o Grupo 1, cujas entidades são: obra, expressão, manifestação e item.
MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. 2009, p. 20. (Adaptado)
Das representações abaixo, em qual das alternativas constam APENAS dados relativos às entidades Obra e Expressão?
MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. 2009, p. 20. (Adaptado)
Das representações abaixo, em qual das alternativas constam APENAS dados relativos às entidades Obra e Expressão?
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A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema numérico de classificação de assuntos, dividido
em 10 (dez) classes principais que representam diversas áreas do conhecimento científico. É adotado
por inúmeras bibliotecas de todo o mundo com os objetivos de identificar os assuntos de suas coleções
bibliográficas, organizar e proporcionar acesso aos usuários. O número 380.1, por exemplo, representa
o assunto “comércio”, como também sua classe de origem – “Classe 300: Ciências sociais”, imprimindo
valor informativo ao conjunto numérico.
PIEDADE, M. A. Requião. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Interciência, 1983. p. 93. (Adaptado)
No contexto da classificação 380.1, chama-se a atenção para o ponto – sinal gráfico situado entre 0 (zero) e 1 (um). Nessa perspectiva, marque a alternativa que apresenta o valor do ponto na citada notação, conforme a CDD.
PIEDADE, M. A. Requião. Introdução à teoria da classificação. 2. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Interciência, 1983. p. 93. (Adaptado)
No contexto da classificação 380.1, chama-se a atenção para o ponto – sinal gráfico situado entre 0 (zero) e 1 (um). Nessa perspectiva, marque a alternativa que apresenta o valor do ponto na citada notação, conforme a CDD.
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Os processos de identificação, localização, acesso, interpretação e avaliação da informação são
cruciais em qualquer área técnica. Nesse sentido, as fontes impressas são mais fáceis de descrever
que as fontes eletrônicas ou digitais, pois são mais estáveis e ainda constituem a base fundamental
nos serviços de referência. No entanto, a migração dos recursos informacionais convencionais e o
desenvolvimento da informação no ambiente digital geraram fontes de informação complementares
às necessidades de informação dos usuários. Segundo cunha (2010), as fontes de informação podem
ser avaliadas segundo alguns critérios:
I. Propósito – objetivo da edição, clientela, conhecimento;
II. Alcance – dados, verbetes;
III. Arranjo – alfabético, classificado, geográfico, etc.;
IV. Autoridade do editor/editora – seriedade e responsabilidade, conselho editorial, data de
V. publicação;
VI. Dados incluídos nos verbetes – conceituação, dados históricos e/ou biográficos, estatísticos, ilustrações etc.; precisão e confiabilidade; bibliografias;
VII. Acesso – remissivas, letras-guia, índices;
VIII. Formato físico – impresso, digital de acesso local, via internet;
IX. Ponto de vista – tendenciosos, nacionais, políticos, religiosos, outros;
X. Encadernação – resistência da encadernação, numeração visível, arranjo alfabético e de conteúdo, assunto quando o arranjo é sistemático;
XI. Papel – opacidade e rigidez (gramatura);
XII. Diagramação – aproveitamento do espaço, legibilidade, corpo das letras, variedade das fontes, tipografia (conforto visual e estética), títulos e subtítulos de fácil leitura; XIII. Ilustrações, estampas, mapas e figuras – qualidade, reprodução, atualização, complementaridade ao respectivo texto, autoria dos mapas, escala, data, etc.;
XIV. Formas de atualização – anuários ou livros do ano, suplementos, folhas soltas, revisão contínua;
XV. Características especiais – listas de suplementos ou apêndices, errata, lista de abreviaturas e siglas;
XVI. Usabilidade e pontos de acesso (versão eletrônica) – facilidade de uso dos programas, caixa de pesquisa com estratégia de busca, exportação para o processador de texto;
XVII. Animações e vídeos (versão eletrônica) – visualização com precisão, duração correta, amplificação do som.
Tais critérios de avaliação são referentes a qual fonte de informação?
I. Propósito – objetivo da edição, clientela, conhecimento;
II. Alcance – dados, verbetes;
III. Arranjo – alfabético, classificado, geográfico, etc.;
IV. Autoridade do editor/editora – seriedade e responsabilidade, conselho editorial, data de
V. publicação;
VI. Dados incluídos nos verbetes – conceituação, dados históricos e/ou biográficos, estatísticos, ilustrações etc.; precisão e confiabilidade; bibliografias;
VII. Acesso – remissivas, letras-guia, índices;
VIII. Formato físico – impresso, digital de acesso local, via internet;
IX. Ponto de vista – tendenciosos, nacionais, políticos, religiosos, outros;
X. Encadernação – resistência da encadernação, numeração visível, arranjo alfabético e de conteúdo, assunto quando o arranjo é sistemático;
XI. Papel – opacidade e rigidez (gramatura);
XII. Diagramação – aproveitamento do espaço, legibilidade, corpo das letras, variedade das fontes, tipografia (conforto visual e estética), títulos e subtítulos de fácil leitura; XIII. Ilustrações, estampas, mapas e figuras – qualidade, reprodução, atualização, complementaridade ao respectivo texto, autoria dos mapas, escala, data, etc.;
XIV. Formas de atualização – anuários ou livros do ano, suplementos, folhas soltas, revisão contínua;
XV. Características especiais – listas de suplementos ou apêndices, errata, lista de abreviaturas e siglas;
XVI. Usabilidade e pontos de acesso (versão eletrônica) – facilidade de uso dos programas, caixa de pesquisa com estratégia de busca, exportação para o processador de texto;
XVII. Animações e vídeos (versão eletrônica) – visualização com precisão, duração correta, amplificação do som.
Tais critérios de avaliação são referentes a qual fonte de informação?
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Leia os enunciados a seguir.
I. A Classificação Decimal de Dewey (CDD), classificação facetada, desenvolvida em 1933, também é conhecida como analítico-sintética, já que decompomos os assuntos/temas em seus conceitos básicos (análise) e os combinamos para descrever um assunto/tema (síntese). Suas classes principais, também conhecidas como categorias fundamentais, representadas pelo mnemônico PMEST, cujas facetas se enquadram. A classificação facetada compreende princípios e técnicas para os sistemas de organização e recuperação da informação. Um sistema facetado reconhece muitos aspectos em um único assunto, e tenta sintetizá-los de maneira mais adequada. A elaboração de facetas é feita a partir da inspeção do assunto com o propósito de identificar conceitos e termos que possam ser particionados em facetas. Além disso, cada faceta pode ser subdividida em subfacetas.
II. Publicado em 1876, o sistema de Classificação Decimal de Dewey (CDD) tem sido modificado e expandido desde sua criação. Hierarquicamente, o sistema é dividido em dez classes principais. Cada classe principal é dividida em outras dez divisões; cada divisão, em mais dez seções. A classe 000 é a mais geral e não é utilizada para um assunto específico. As demais classes englobam uma determinada área do conhecimento e são organizadas por disciplinas e não por assuntos, pois um mesmo assunto pode estar contido em mais de uma classe. É estruturada de forma que todos os tópicos (a partir das dez categorias principais) estejam ligados a outros mais gerais. O primeiro número representa a classe principal do domínio; o segundo, a divisão da classe principal; e o terceiro, as seções.
III. A Classificação Decimal de Dewey (CDD) foi publicada pela primeira vez entre os anos de 1904 e 1907. Desde sua criação tem sido desenvolvida e revisada, tornando-se um sistema flexível e efetivo para organizar arquivos bibliográficos para todos os tipos de informações e mídias, ultrapassando a CDU em tamanho e força. Contudo, a estrutura lógica permanece a mesma. Os assuntos de determinada obra podem ser correlacionados, mediante o emprego de uma tabela de símbolos, que podem ser divididos em dois grupos: dependentes e independentes. Ademais, possui uma independência perante todas as expressões idiomáticas já que a CDD foi baseada na cultura americana, o que facilita a pesquisa e a troca de informação em âmbito mundial.
IV. A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é a mais utilizada nas bibliotecas acadêmicas e de pesquisas nos Estados Unidos. Desenvolvida em 1987, esta classificação não descreve as áreas do conhecimento como um todo, mas assuntos de livros em uma biblioteca. Suas categorias são divididas abstratamente. Uma importante característica da LCC é a sua notação, definida como “uma série de símbolos que representam os nomes de uma classe ou a qualquer divisão ou subdivisão de uma classe que forma uma lógica para a classificação”. A notação é mista, composta por letras maiúsculas e numerais arábicos. Esse sistema divide todo o conhecimento em 21 classes principais e cada uma delas é identificada por uma letra do alfabeto. Ao contrário de outros sistemas de classificação, a CDD não é hierárquica, ou seja, um conceito não é desenvolvido a partir do mais geral para o mais específico, a sua notação apenas segue uma sequência convencional entre tópicos de um determinado assunto.
Considerando o disposto, assinale a alternativa que CORRETAMENTE representa a Classificação Decimal de Dewey (CDD).
I. A Classificação Decimal de Dewey (CDD), classificação facetada, desenvolvida em 1933, também é conhecida como analítico-sintética, já que decompomos os assuntos/temas em seus conceitos básicos (análise) e os combinamos para descrever um assunto/tema (síntese). Suas classes principais, também conhecidas como categorias fundamentais, representadas pelo mnemônico PMEST, cujas facetas se enquadram. A classificação facetada compreende princípios e técnicas para os sistemas de organização e recuperação da informação. Um sistema facetado reconhece muitos aspectos em um único assunto, e tenta sintetizá-los de maneira mais adequada. A elaboração de facetas é feita a partir da inspeção do assunto com o propósito de identificar conceitos e termos que possam ser particionados em facetas. Além disso, cada faceta pode ser subdividida em subfacetas.
II. Publicado em 1876, o sistema de Classificação Decimal de Dewey (CDD) tem sido modificado e expandido desde sua criação. Hierarquicamente, o sistema é dividido em dez classes principais. Cada classe principal é dividida em outras dez divisões; cada divisão, em mais dez seções. A classe 000 é a mais geral e não é utilizada para um assunto específico. As demais classes englobam uma determinada área do conhecimento e são organizadas por disciplinas e não por assuntos, pois um mesmo assunto pode estar contido em mais de uma classe. É estruturada de forma que todos os tópicos (a partir das dez categorias principais) estejam ligados a outros mais gerais. O primeiro número representa a classe principal do domínio; o segundo, a divisão da classe principal; e o terceiro, as seções.
III. A Classificação Decimal de Dewey (CDD) foi publicada pela primeira vez entre os anos de 1904 e 1907. Desde sua criação tem sido desenvolvida e revisada, tornando-se um sistema flexível e efetivo para organizar arquivos bibliográficos para todos os tipos de informações e mídias, ultrapassando a CDU em tamanho e força. Contudo, a estrutura lógica permanece a mesma. Os assuntos de determinada obra podem ser correlacionados, mediante o emprego de uma tabela de símbolos, que podem ser divididos em dois grupos: dependentes e independentes. Ademais, possui uma independência perante todas as expressões idiomáticas já que a CDD foi baseada na cultura americana, o que facilita a pesquisa e a troca de informação em âmbito mundial.
IV. A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é a mais utilizada nas bibliotecas acadêmicas e de pesquisas nos Estados Unidos. Desenvolvida em 1987, esta classificação não descreve as áreas do conhecimento como um todo, mas assuntos de livros em uma biblioteca. Suas categorias são divididas abstratamente. Uma importante característica da LCC é a sua notação, definida como “uma série de símbolos que representam os nomes de uma classe ou a qualquer divisão ou subdivisão de uma classe que forma uma lógica para a classificação”. A notação é mista, composta por letras maiúsculas e numerais arábicos. Esse sistema divide todo o conhecimento em 21 classes principais e cada uma delas é identificada por uma letra do alfabeto. Ao contrário de outros sistemas de classificação, a CDD não é hierárquica, ou seja, um conceito não é desenvolvido a partir do mais geral para o mais específico, a sua notação apenas segue uma sequência convencional entre tópicos de um determinado assunto.
Considerando o disposto, assinale a alternativa que CORRETAMENTE representa a Classificação Decimal de Dewey (CDD).
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