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Um dos princípios do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, é que
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O Teatro do Oprimido foi um método teatral desenvolvido pelo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) na década de 1970. Nesse método, além do teatro imagem, do teatro invisível e do teatro fórum, está presente a técnica do
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Hugo Zorzetti (1947-2017), diretor, teatrólogo, professor, fundador do Teatro Exercício e um dos fundadores do curso de Artes Cênicas na Universidade Federal de Goiás, em seu livro Memória do Teatro Goiano (2005), relembra importantes nomes que ajudaram a construir a história do Teatro Goiano a partir da década de 1940. Dentre os nomes dessa época, Hugo Zorzetti destaca como pioneiros do Teatro Goiano:
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Os textos teatrais são estruturados em texto principal e texto secundário. Nesse sentido, é possível afirmar que:
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Muitas foram as inovações técnicas e de infraestrutura que melhoraram os recursos de iluminação cênica. Nesse sentido, na segunda metade do século XIX, tivemos a popularização do(a):
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Sobre a importância do “brincar” nos jogos teatrais em sala de aula, analise as proposições abaixo e assinale (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.
( ) Através do brincar, as habilidades e estratégias para o jogo teatral são desenvolvidas.
( ) A maioria dos jogos teatrais é altamente individualista e estimula a competição e a superação de desafios.
( ) Engenhosidade e inventividade enfrentam todas as crises que o jogo apresenta, pois todos os participantes do jogo estão livres para atingir o objetivo do jogo à sua maneira.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Quando faz sua introdução ao universo dramático, Peixoto (1989) reconhece como origem etimológica do termo “Teatro” a palavra
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um elemento essencial do Teatro.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
No balé clássico, dança que surgiu no século XVI, as dimensões de corporeidade são as mesmas das culturas afro-indígenas.
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Na tradição canônica do Ocidente, o corpo foi encarado como uma materialidade desvinculada da mente e inferior a esta.
Conhecer é visto como um ato superior a operar; contemplar e compreender o mundo é superior a agir sobre ele. Nas reflexões platônicas, a perfeição não pode ser atingida em virtude do corpo.
A matéria imprime um grau de imperfeição que impossibilita a existência de um universo absolutamente perfeito.
A estruturação do cristianismo, especialmente com Paulo de Tarso, desenvolve-se a partir de certa tradição judaica em que a busca da salvação impõe o exercício cotidiano de uma austeridade expressa no controle do corpo. Já Descartes, no século XVII, elabora a mais radical reflexão sobre o dualismo entre mente e matéria, compreendendo a natureza a partir de uma divisão entre reinos independentes: o da mente (res cogitans) e o da matéria (res extensa). O corpo é matéria incapaz de compreender o mundo, tarefa só realizável pelo intelecto.
Ao contrário disso, as tradições afroindígenas não percebem o ser humano como cindido, e sim como resultado da interdependência entre todas as coisas. A corporeidade, para esses saberes, não engloba só a motricidade (entendida como corpo e movimento), mas também envolve dimensões afetivas, intelectuais, sociais e espirituais do ser humano.
Luiz Antonio Simas. Umbandas: uma história do Brasil. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2022, p.42-3 (com adaptações).
Considerando os múltiplos aspectos históricos relacionados ao texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.
Nas culturas africana e indígena, a dança é muito utilizada em rituais religiosos, por isso não pode ser denominada como expressão artística.
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