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4136779 Ano: 2026
Disciplina: Filosofia
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
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Para a presente questão, considere o texto a seguir.

O hábito que temos de, na vida cotidiana, falar de um belo céu, de uma bela árvore, [...] e de uma bela cor etc., leva-nos a ver como definição arbitrária a que exclui o belo natural. Não podemos agora examinar a questão de saber se há razão em qualificar de belos objetos da natureza [...] se tais objetos merecem em geral aquela qualificação e se, por conseguinte, na mesma definição devemos abranger o belo natural e o belo artístico. Segundo a opinião corrente, a beleza criada pela arte seria inferior à da natureza e o maior mérito da arte residiria em aproximar as suas criações do belo natural. Se, na verdade, assim acontecesse, ficaria excluída da estética, compreendida como ciência unicamente do belo artístico, uma grande parte do domínio da arte. Mas, contra essa maneira de ver, julgamos nós poder afirmar que o belo artístico é superior ao belo natural, por ser um produto do espírito que, superior à natureza, comunica essa superioridade aos seus produtos e, por conseguinte, à arte; por isso é o belo artístico superior ao belo natural.

HEGEL, F. Estética. In: Os Pensadores. Trad. Orlando Vitorino. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p.85

I. Hegel afirma que o belo na arte é mera imitação do belo natural.

II. Hegel nega beleza ao que não é do domínio da arte.

III. Hegel entende o belo artístico como criação do espírito.

IV. Hegel afirma a superioridade do belo artístico frente ao natural.

É CORRETA a alternativa que diz que:

 

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Professor PEBTT - Filosofia

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