Para Oliveira e Figueiredo (2017), as políticas educacionais de perspectiva inclusiva falharam em seu propósito central por se ancorarem no pressuposto implícito de que:
A transposição de conteúdos por intérpretes anula a necessidade de reformulações curriculares no ensino regular.
O compartilhamento de ambientes instrucionais atua como vetor autossuficiente para a integração sociocognitiva.
A superação de barreiras de linguagem exige a imersão simultânea em diferentes modalidades de expressão.
A legitimação das minorias demanda a subordinação do léxico nativo às estruturas sintáticas do idioma dominante.
A aquisição da cultura majoritária depende do isolamento em espaços clínicos para reabilitação fonológica.
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