A análise do pensamento político moderno exige uma leitura crítica das concepções de Estado, soberania e contrato social elaboradas por autores como Hobbes, Locke e Rousseau. No entanto, a recepção dessas ideias na historiografia contemporânea tem ressaltado as ambiguidades e as tensões entre liberdade, autoridade e representação. Qual alternativa representa uma leitura interpretativamente densa e alinhada com essas discussões?