Dados da Federação Brasileira de Hospitais ratificam o setor hospitalar como um dos principais eixos de investimento em infraestrutura tecnológica no Brasil, resultando em uma renovação contínua do parque instalado. Todavia, a eficácia operacional é condicionada à implementação de um gerenciamento de manutenção robusto, fundamentado na matriz de criticidade dos equipamentos. Esse processo requer o mapeamento sistemático de variáveis como especificações técnicas do fabricante, ciclo de vida útil e taxa de falhas, permitindo a estruturação de planos de ação preditivos e preventivos voltados à mitigação de indisponibilidades técnicas e de riscos assistenciais.
Em relação aos aspectos da gestão da manutenção hospitalar, é correto afirmar que a