L.M.R., mulher, 34 anos, previamente hígida, procura a unidade de emergência com cefaleia pulsátil unilateral intensa há aproximadamente 12 horas, associada a
náuseas, fotofobia e piora aos esforços. Refere crises semelhantes previamente diagnosticadas como enxaqueca sem
aura, com resposta insatisfatória ao uso domiciliar de analgésicos simples. Encontra-se hemodinamicamente estável,
afebril, sem rigidez de nuca e sem déficit neurológico focal. Não há contraindicações medicamentosas conhecidas.
Qual é a conduta correta para abortar a crise no pronto
atendimento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.