As práticas avaliativas refletem concepções de conhecimento, sujeito e aprendizagem. Autores como Hadji, Luckesi e Hoffmann sustentam que a avaliação não deve ser apenas instrumento de medida, mas parte constituinte do processo pedagógico, com função diagnóstica, formativa e ética. Contudo, modelos avaliativos ainda fortemente centrados na lógica classificatória e no controle externo da aprendizagem mantêm dispositivos de exclusão simbólica. Diante desse quadro, qual das alternativas aponta uma implicação pedagógica coerente com a avaliação como prática emancipadora?