O debate sobre currículo no campo da didática envolve não apenas a seleção de conteúdos, mas a compreensão do currículo como construção histórica, política e cultural. Autores como Tomaz Tadeu da Silva e Michael Young defendem perspectivas críticas que deslocam o foco da neutralidade curricular para sua função de legitimação de determinados saberes em detrimento de outros. Considerando esse campo de disputas epistemológicas, qual alternativa expressa uma contradição presente na implementação de currículos nacionais padronizados?