Os referenciais clássicos e contemporâneos da
Psicologia da Educação indicam que os processos de
aprendizagem e desenvolvimento não se reduzem nem à
interioridade do sujeito nem às contingências imediatas
do meio, mas constituem movimentos dialéticos em que
linguagem, afetividade, cultura e atividade intelectual se
reorganizam mutuamente. Em contextos escolares, tais
perspectivas demandam interpretações cuidadosas
sobre a natureza das interações, a função da mediação
e os modos pelos quais crianças elaboram significados
em situações educativas. Considerando essas
abordagens e suas tensões internas, compreende-se
que: