“Tanto o aconselhamento como a psicoterapia
poderiam constituir processos intensos e exitosos,
não sendo possível distinguir um termo do outro
pelo critério de ‘profundidade’ de uma técnica
psicoterápica. A chamada profundidade, sinônimo
da intensidade do tratamento que provocaria o
êxito da intervenção, poderia estar presente em
ambas as intervenções, a depender do modo com
que cada relação de ajuda fosse estabelecida, da
relação entre profissional e cliente e, tendo como
norte a abordagem centrada no cliente, da
satisfação das condições básicas para a mudança
terapêutica: autenticidade/congruência,
consideração positiva incondicional e empatia.” A
alternativa que apresenta o nome do autor que
considera esse pressuposto é a seguinte: