Um Enfermeiro da equipe de Saúde da
Família identifica, durante visita domiciliar, que um
homem de 38 anos, que mantém relações sexuais com
outros homens (HSH), nunca realizou testagem para HIV e
não possui vínculo regular com a Unidade Básica de Saúde
(UBS). O usuário relata receio de discriminação no serviço
de saúde e desconhecimento sobre o acesso ao
tratamento. O Enfermeiro, então, adota condutas
baseadas no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas
(PCDT) para Manejo da Infecção pelo HIV no Adulto e nas
diretrizes de assistência de enfermagem em Infecções
Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Diante dessa situação,
avalie as afirmativas:
I. O Enfermeiro pode solicitar e realizar testagem rápida para HIV na Atenção Básica, conforme protocolos do Ministério da Saúde e normas profissionais.
II. O diagnóstico de HIV indica início da TARV para todos os adultos, independentemente da contagem de CD4, conforme PCDT vigente.
III. Sigilo, acolhimento humanizado e cuidado sem julgamento são princípios essenciais na assistência às pessoas com HIV ou vulnerabilidade para ISTs.
IV. O acompanhamento pela equipe de Saúde da Família é dispensável, pois o cuidado deve ocorrer em serviços especializados.
Pode-se afirmar que:
I. O Enfermeiro pode solicitar e realizar testagem rápida para HIV na Atenção Básica, conforme protocolos do Ministério da Saúde e normas profissionais.
II. O diagnóstico de HIV indica início da TARV para todos os adultos, independentemente da contagem de CD4, conforme PCDT vigente.
III. Sigilo, acolhimento humanizado e cuidado sem julgamento são princípios essenciais na assistência às pessoas com HIV ou vulnerabilidade para ISTs.
IV. O acompanhamento pela equipe de Saúde da Família é dispensável, pois o cuidado deve ocorrer em serviços especializados.
Pode-se afirmar que:
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