Uma mulher de 72 anos procura a UBS por dor crônica
em ambos os joelhos, sem horário preferencial, mas pior
ao subir escadas. Nega sinais inflamatórios. Tem hipertensão diagnosticada há quinze anos, atualmente com
níveis controlados com uso de enalapril 20 mg ao dia.
Usa paracetamol “de vez em quando”, pois não gosta
de tomar comprimidos, com pouco alívio da dor. Nega
outras comorbidades. Sem história de úlcera péptica,
sangramento ou doença hepática. Queixa de dispepsia
esporádica. Ao exame físico, notam-se crepitação bilateral em joelhos, dor à palpação da interlinha medial.
IMC: 29 kg/m2
. Raios-X prévios mostram osteófitos
e redução do espaço articular tibiofemoral bilateral.
TFG estimada: 80 mL/min/1,73 m2
.
Considerando as melhores evidências científicas, assim como as preferências da paciente, qual é a melhor conduta para o caso?
Considerando as melhores evidências científicas, assim como as preferências da paciente, qual é a melhor conduta para o caso?
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