Um cardiologista diagnostica um paciente de 35 anos
com miocardiopatia hipertrófica familiar, uma condição
genética com padrão de herança autossômica
dominante. O paciente se recusa a comunicar seus
familiares de primeiro grau (pais, irmãos e filhos) sobre o
diagnóstico e o risco de eles também serem portadores
da doença e estarem em risco de morte súbita.
Conforme o Código de Ética Médica, qual a atitude mais
adequada do médico?