A tríade de Whipple, formulada em 1938 e ainda
utilizada como critério diagnóstico, foi revista em
consensos recentes da American Diabetes Association
(2023) e por Cryer (2021), que enfatizam a integração entre sintomas neuroglicopênicos, parâmetros
bioquímicos e resposta terapêutica. No entanto, sua
interpretação atual não se restringe ao enunciado
clássico, devendo ser articulada a protocolos
diferenciais de insulinoma, hipoglicemia factícia e
formas pós-prandiais. Nesse horizonte, qual proposição
expressa com maior acurácia a formulação
contemporânea?