A atuação da Companhia de Jesus na América portuguesa, especialmente no contexto das reduções e da catequese indígena, tem sido objeto de releitura por parte da historiografia recente, que propõe interpretações mais nuanças e menos binárias. Com base nos estudos de Ronaldo Vainfas, Laura de Mello e Souza e John Monteiro, qual alternativa expressa uma leitura crítica e matizada da ação jesuítica no mundo colonial?