O trabalho em ambulatórios de saúde mental, muitas
vezes inserido no contexto do Sistema Único de Saúde
(SUS), impõe desafios específicos à prática
psicoterapêutica individual. Dada a alta demanda, a
complexidade dos casos (muitas vezes atravessados por vulnerabilidades sociais) e a necessidade de otimização
de recursos, modalidades como a psicoterapia breve de
orientação psicodinâmica ou cognitivo-comportamental
ganham destaque. Este modelo terapêutico exige do
profissional uma postura ativa e uma capacidade de
delimitar objetivos claros em um período de tempo
pré-estabelecido, diferenciando-se significativamente das
abordagens de longo prazo. O desafio é promover
mudanças psíquicas relevantes e aliviar o sofrimento em
um contexto que exige resolutividade. Considerando as
especificidades da psicoterapia breve em ambulatório,
assinale a alternativa correta.