A noção de neutralidade na prática tradutória, particularmente no campo da tradução e interpretação de Libras, tem sido criticamente reavaliada à luz das abordagens interacionais e socioconstrucionistas. Com base nos aportes teóricos de Cecilia Wadensjö, Ebru Diriker e Melanie Metzger, qual alternativa expressa uma concepção epistemologicamente consistente e eticamente situada sobre a atuação do intérprete em contextos discursivos multilíngues e multimodais?