Mulher de 34 anos é encaminhada para avaliação psicológica após relatos
consistentes de terceiros sobre mudanças recorrentes e observáveis em seu modo de falar, expressar
emoções, comportamento e tomada de decisões, passando a negar o reconhecimento de ações
realizadas por ela em outros momentos. A paciente refere lacunas frequentes na recordação de
eventos cotidianos e de informações pessoais relevantes, inclusive relacionadas a situações
emocionalmente significativas, que não se explicam por esquecimento comum. Os sintomas são
persistentes, causam sofrimento clinicamente significativo e prejuízo no funcionamento social e
profissional. Não há evidências de uso de substâncias, condição neurológica, prática religiosa ou
cultural amplamente aceita, nem de fenômenos psicóticos que expliquem o quadro. Com base no caso
apresentado, assinale a alternativa que indica o diagnóstico mais compatível com o quadro, segundo
o DSM-5-TR.