No que tange à evolução histórica, às disputas epistemológicas e às práticas contemporâneas no âmbito das instituições de educação de surdos, considerando o estudo de Silva et al. (2025), é correto afirmar que:
A transição para uma abordagem sociocultural na educação de surdos exige que a incorporação de recursos tecnológicos esteja rigorosamente subordinada a premissas pedagógicas pautadas no reconhecimento identitário e da diferença.
A superação histórica do viés assimilacionista consolidou-se de forma homogênea no território nacional, constituindo um reflexo direto e imediato da oficialização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da adoção de novas diretrizes curriculares.
O rompimento inicial do INES com os métodos de matriz francesa representou a principal causa para a posterior instauração de práticas institucionais voltadas à oralização forçada dos sujeitos durante o Império.
O apagamento da língua de sinais, analisado como violência simbólica, culminou na dissolução das redes comunitárias surdas, o que exigiu a intervenção prioritária do Estado para a reconstrução dessas sociabilidades.
A atual proeminência do INES na elaboração de políticas públicas assegura sua desvinculação definitiva das disputas ideológicas e tensões simbólicas que tradicionalmente caracterizaram a escolarização especializada.
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