“A corrida do ouro desencadeou efeitos perversos. Primeiro,
a transferência de escravos negros das lavouras de açúcar e
tabaco para a mineração provocou o temor da ‘ruína total’ da
economia colonial. Lavouras perdidas e engenhos de fogo morto
foram o saldo deste êxodo em muitas regiões. A seguir, temeu-se
que nações estrangeiras viessem lutar por seu quinhão de ouro. E
Portugal, conseguiria resistir a tais assaltos? E, por fim, como lidar
com a reunião de facínoras, gente rebelde que poderia reunir-se
aos estrangeiros?”
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 1. Colônia. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. p. 108.
O fragmento de texto relata um pouco acerca dos primeiros momentos vividos na região mineradora, ainda no final do século XVII e início do XVIII. A autora também questiona sobre os desafios a serem enfrentados pela Coroa portuguesa, haja vista a necessidade de evitar a evasão das riquezas minerais.
A partir dessas considerações, pode-seassinalar, respectivamente, como outra característica dessa época na região aurífera, assim como medidas tomadas pelo governo português o/a:
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira. Volume 1. Colônia. Leya, Editora Casa dos Mundos. 2019. p. 108.
O fragmento de texto relata um pouco acerca dos primeiros momentos vividos na região mineradora, ainda no final do século XVII e início do XVIII. A autora também questiona sobre os desafios a serem enfrentados pela Coroa portuguesa, haja vista a necessidade de evitar a evasão das riquezas minerais.
A partir dessas considerações, pode-seassinalar, respectivamente, como outra característica dessa época na região aurífera, assim como medidas tomadas pelo governo português o/a: