Leia um trecho do poema de Paulo Leminski a seguir:
A lua no cinema
A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
(...)
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
(...)
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
– Amanheça, por favor!
Observa-se, nesse trecho, predominância da seguinte figura de linguagem: