Atenção: use o caso a seguir para responder às duas próximas questões.
Mulher de 72 anos, hipertensa, tabagista e dislipidêmica foi submetida à cirurgia de revascularização miocárdica devido à angina refratária. Apresentava função ventricular normal e foram utilizados os seguintes enxertos: artéria torácica interna esquerda para a artéria descendente anterior, safena para a primeira marginal e safena para o ramo ventricular posterior. O tempo de circulação extracorpórea foi 68 minutos e o de clampeamento aórtico foi 55 minutos. Não ocorreram intercorrências ou hemotransfusões durante a cirurgia. A paciente foi transferida para a unidade cardiointensiva ainda sob sedação e em ventilação mecânica, com um dreno pleural esquerdo e de mediastino, acesso venoso profundo na veia jugular interna direita e monitorização invasiva da pressão arterial através da artéria radial esquerda. Foi admitida em ritmo sinusal e com dose baixa de noradrenalina.
Cerca de duas horas após a cirurgia, evoluiu subitamente com ausência de curva de pressão arterial na monitorização invasiva e pulso carotídeo impalpável, associada a uma alteração do ritmo cardíaco no monitor.

Assumindo que não havia falha de qualquer dispositivo de monitorização, o ritmo revelado pelo traçado acima é