Criança de 3 anos é trazida à Unidade Básica de Saúde (UBS) com
quadro de diarreia aquosa de grande volume, com aparência
de água de arroz e um forte odor de peixe podre. A mãe relata
que a criança está assim há 2 dias, mas no dia da consulta ficou
prostrada, mal conseguia andar. Eles moram numa área de
ocupação, sem saneamento básico nem água tratada. Relata
também que outras crianças estão com quadro semelhante.
Ao exame físico, desidratação grave, abdome com peristaltismo
presente, timpânico, indolor à palpação, sem visceromegalias.
Considerando esse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica
a ser investigada é