Carl Rogers, expoente central do movimento humanista-existencial na Psicologia, rompe com os paradigmas diretivos e patologizantes das abordagens psicanalítica e comportamental ao propor a Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), cujo foco é a confiança na tendência atualizante do indivíduo — uma força intrínseca de autorrealização e integração plena do self. Para Rogers (1951), o setting terapêutico deve oferecer um clima de segurança ontológica sustentado por três condições necessárias e suficientes: empatia genuína, aceitação incondicional positiva e congruência. Com base nos princípios dessa abordagem, assinale a alternativa que expressa adequadamente o papel do terapeuta no processo psicoterapêutico rogeriano: