Em obras como De libero arbitrio e A Cidade de Deus, Agostinho de Hipona desenvolve uma explicação do mal que articula ontologia, liberdade e hierarquia dos bens. Sustenta-se que Deus, sendo sumamente bom, não pode ser causa do mal moral.
Considerando-se a concepção agostiniana do mal, dadas as afirmativas,
I. O mal não possui natureza substancial própria, consistindo na privação do bem.
II. O mal moral decorre do uso desordenado do livre-arbítrio.
III. O mal físico compromete a bondade da criação, pois introduz imperfeição na obra divina.
IV. A vontade humana peca quando prefere bens inferiores ao bem supremo, rompendo a ordem hierárquica do amor.
verifica-se que está/ão correta/s