Paciente em acompanhamento pelo ortopedista por ser portador de pseudartrose congênita da tíbia do tipo III de Boyd.
O ortopedista chegou-se a esse diagnóstico porque
o paciente apresentava a fíbula displásica e evoluiu com pseudartrose da fíbula e da tíbia.
o paciente apresentava arqueamento anterior da tíbia e um defeito na tíbia presente ao nascimento.
o paciente apresentava arqueamento anterior e uma constrição em ampulheta na tíbia presente ao nascimento, associado à neurofibromatose.
a pseudartrose se desenvolveu em um cisto congênito, perto da junção dos terços médio e distal da tíbia, e o arqueamento anterior precedeu o desenvolvimento de uma fratura.
a pseudartrose se originou no segmento esclerótico do osso, sem estreitamento da tíbia. O canal medular encontra-se parcialmente obliterado, uma fratura por "insuficiência" se desenvolveu no cortical da tíbia e gradualmente se estendeu através do osso esclerótico.
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