Durante o julgamento, em Jerusalém, de um dos responsáveis administrativos pelos crimes cometidos pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, a filósofa Hannah Arendt desenvolveu uma interpretação que provocou intenso debate sobre responsabilidade, obediência e violência de Estado. A análise resultou na formulação do conceito conhecido como “banalidade do mal”, amplamente discutido na teoria política e na historiografia contemporânea.
ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
Com base nessa problemática, assinale a alternativa que melhor expressa o sentido do conceito: