A esquizofrenia, como manifestação paradigmática dos transtornos do espectro psicótico, requer abordagem clínica multifatorial que integre dimensões neurobiológicas, psicossociais e institucionais. Conforme Tandon et al. (2020), o manejo terapêutico deve contemplar não apenas a farmacoterapia e a redução sintomatológica, mas também a reabilitação psicossocial e a mitigação de fatores como estigma, exclusão e fragmentação dos serviços de saúde mental. Com base nessa abordagem integradora, assinale a alternativa que melhor reflete uma conduta terapêutica consistente com as evidências clínicas contemporâneas: