Caso clínico para responder às questões de 37 a 39.
Um casal homoafetivo convive há 10 anos e tem mantido um relacionamento monogâmico. Daniel, de 38 anos de idade, é soropositivo para HIV e faz uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável nos últimos dois anos. Marcos, de 36 anos de idade, é soronegativo para HIV, mantém exames regulares e não apresenta outras condições crônicas de saúde.
Durante a consulta de rotina, o casal expressou o desejo de iniciar a profilaxia pré-exposição (PrEP) para Marcos, como medida adicional de proteção, considerando que eles mantêm relações sexuais sem preservativo. Ambos relataram adesão rigorosa às orientações médicas, e Daniel confirmou que segue o tratamento conforme prescrito, sem intercorrências recentes. Marcos realizou exames sorológicos há 15 dias, confirmando sua soronegatividade para HIV e ausência de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Eles buscam orientações acerca da PrEP, incluindo os benefícios, possíveis efeitos colaterais e recomendações para o uso contínuo da profilaxia.
Um paciente de 22 anos de idade, vítima de acidente motociclístico, admitido no pronto-socorro com fraturas expostas de tíbia e fíbula direita, Gustilo tipo IIIA, foi submetido a fixação externa após desbridamento cirúrgico. No pós-operatório imediato, apresenta dor EVA 7/10, perfusão periférica preservada, mobilidade do membro prejudicada, pinos de fixação externos limpos e secos, sem sinais flogísticos. Os sinais vitais são PA = 130 mmHg x 80 mmHg, FC = 88 bpm, FR = 18 irpm, T = 36.8 °C. Considerando o quadro clínico apresentado no pós-operatório imediato, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico de enfermagem prioritário e as intervenções adequadas segundo as taxonomias NANDA-I e NIC.