Homem de 70 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, classe funcional II, em uso regular de betabloqueador, inibidor do sistema renina-angiotensina e antagonista do receptor mineralocorticoide. Em consulta ambulatorial, apresenta pressão arterial persistente de 158/88 mmHg, apesar de boa adesão ao tratamento. Qual intervenção apresenta maior benefício prognóstico adicional, considerando controle pressórico e desfechos cardiovasculares?