Um paciente de 50 anos de idade, portador de esclerodermia sistêmica, apresenta disfagia progressiva a sólidos e líquidos, pirose atípica, dor torácica e perda ponderal de 6 kg em 3 meses. A manometria esofágica de alta resolução evidencia ausência completa de peristalse no corpo esofágico e hipotensão do esfíncter esofágico inferior (EEI), com episódios frequentes de relaxamento transitório do EEI. A pH-metria de 24h documenta refluxo gastroesofágico ácido severo (Índice de DeMeester > 30).
Tendo em vista a principal preocupação no planejamento de cirurgia antirrefluxo para esse paciente, considerando especificamente sua fisiopatologia esofágica, assinale a alternativa correta.