Ao compreendermos que alfabetizar não se resume à
decodificação mecânica de sinais gráficos, mas supõe um processo sociocognitivo, situado historicamente, em
que a criança constrói hipóteses sobre o funcionamento
da linguagem escrita, considerando seu uso social, sua
organização simbólica e sua função comunicativa,
entendemos que as práticas de alfabetização e
letramento devem: