Barroso (in Ferreira, 2013), após pesquisa, afirma que constatou que as escolas se encontravam em diferentes estágios no que se refere à autonomia. O autor apresenta três casos (estágios) e descreve que no segundo caso, a situação de algumas escolas caracterizava-se pela ausência de normas claras e comprometedoras. Nem as normas da administração eram cumpridas (por impossibilidade, recusa ou negligência), nem os responsáveis pela gestão da escola eram capazes de produzir normas e valores coletivos, alternativos. As escolas viviam ao sabor de rotinas e, por vezes, do livre-arbítrio individual.
Barroso definiu escolas com essas características, ou seja, denominou o segundo caso como