Ceccon e outros (2009), em um trabalho sobre os conflitos
na escola, destacam a diferença entre conflito e violência,
argumentando que, tanto um quanto outra precisam ser
bem administrados para não trazerem situações indesejáveis. Muitas vezes, as violências físicas ou psicológicas,
entre outras, “são manifestações possíveis de conflitos
sufocados ou mal manejados”. Os referidos autores ressaltam ainda, que “para criar uma escola em que haja a
paz que todos desejam, deve-se intervir criteriosamente”,
utilizando “estratégias e instrumentos apropriados” a cada
um dos três seguintes “momentos distintos”: o de “prevenção da ruptura”; o da própria “ruptura” e o da “restauração”