Ao analisar o histórico da improvisação teatral como
prática, Koudela (2015) indica um período no qual as tentativas de transformação das relações com o público e
o florescimento das práticas improvisacionais se confundem em um único todo, a partir das práticas de criação
coletiva, que deslocam a noção de autoria, e o texto deixa
de ser o ponto de partida sendo a improvisação o eixo da
criação a partir do qual surge inclusive o texto.
Para a autora, esse movimento realizou-se durante a década de
Para a autora, esse movimento realizou-se durante a década de