No livro “Pintando a Psicologia de Jenipapo e Urucum”, Itaynara Tuxá, psicóloga da saúde indígena, registra que “O corpo-território é atravessado por uma história, memória coletiva, território ancestral, por processos que formam, enquanto subjetividade, sujeitos sociais, consciência coletiva, e a ordem desse sofrimento não deve ser considerada demandas individuais, e seria muito perigosa essa aproximação, porque impossibilitaria enxergar o território dentro de suas próprias complexidades e tornaria difíceis resoluções. O sofrimento é político, histórico e social”. A partir dessa informação, assinale a opção correta, a respeito do trabalho dos psicólogos sociais com as populações tradicionais em nosso País.